Haroldo Queiroz
Haroldo de Sousa Queiroz · nasceu em 1960
Haroldo Queiroz se candidatou em 5 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2008.
Passou por 3 partidos: PDT (2008), MDB (2016), PDT (2020), AVANTE (2022), PDT (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 64 anos, ensino médio, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2022Deputado federal · Minas GeraisAVANTE 7090· centro-direitasuplente6.350 votos; 189º mais votado de 1.035 no estado
- 2020
- 2016
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2022, Haroldo Queiroz teve 6.350 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 189º lugar entre 1.035 candidatos.
Recebeu votos em 206 cidades. Bom Despacho deu 67,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 88,0%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Haroldo Queiroz declarou R$ 698,2 mil em bens, em reais de hoje: 1,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 121,4 mil acima da inflação.
Declarou 1,5 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2024.
- Haroldo QueirozR$ 698,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 459,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 541,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Haroldo Queiroz declarou ao TSE R$ 701 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2022, para deputado federal: R$ 273 mil, 80% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Prefeito · Bom Despacho (MG) · PDT · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- Pessoal5 pessoas, não nomeadasR$ 12,9 mil26,2%
Quanto custou cada voto: prefeito, Bom Despacho (MG), 2024
Haroldo Queiroz: R$ 27,9 por voto (mediana da disputa, R$ 39,8). Quem venceu, Fernando Andrade, gastou R$ 39,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 373; o mais barato, R$ 12,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Haroldo Queiroz. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Juliana Jaber MDBR$ 366 mil · 980 votosR$ 373
- Professor Lau PTR$ 148 mil · 794 votosR$ 186
- Joice Quirino AGIRR$ 325 mil · 4.704 votosR$ 69,1
- Paré PRDR$ 201 mil · 3.985 votosR$ 50,5
- Vinicius Pedro UNIÃOR$ 96 mil · 2.174 votosR$ 44
- Fernando Andrade PSDR$ 252 mil · 6.330 votosR$ 39,8
- Haroldo Queiroz PDTR$ 49 mil · 1.764 votosR$ 27,9
- Rômulo Campos PLR$ 67 mil · 2.554 votosR$ 26,1
- Fernando Cabral REPUBLICANOSR$ 51 mil · 2.848 votosR$ 17,7
- Mauricio Reis PRTBR$ 8,6 mil · 688 votosR$ 12,6
Votos por real
- 2024, prefeito: 36 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2022, deputado federal: 22 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2020, prefeito: 80 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 94 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.