Guto
Augusto Krummenauer Filho · nasceu em 1986
Guto se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 30 anos, ensino médio, vigilante, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Guto declarou R$ 50,4 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2016, não declarou nenhum bem.
Declarou 56% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2012.
- GutoR$ 50,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 89,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 221,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Guto declarou ao TSE R$ 1,7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 1,1 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Iraí (RS) · PDT · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 59154,9%
- OutrosR$ 48645,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Iraí (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 22,9 por voto. Quem venceu, Nequinho, gastou R$ 12,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 95,8; o mais barato, R$ 12,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Clovis MDBR$ 11 mil · 116 votosR$ 95,8
- Prof. Kikinha PPR$ 5,6 mil · 180 votosR$ 31,3
- Bel PPR$ 4,5 mil · 153 votosR$ 29,3
- Celso Schenal PSBR$ 4,8 mil · 165 votosR$ 29
- Sergio (Sarandi) PPR$ 5,1 mil · 190 votosR$ 26,9
- Professora Noca PTR$ 5,3 mil · 225 votosR$ 23,6
- Gilson Conzatti MDBR$ 10 mil · 447 votosR$ 22,9
- Tonho Zanato PTBR$ 6,4 mil · 300 votosR$ 21,4
- Prof. Marcia Borella PPR$ 4,2 mil · 274 votosR$ 15,5
- Neli Terezinha Ribeiro PDTR$ 5,5 mil · 393 votosR$ 14
- Paulão PTR$ 5,2 mil · 395 votosR$ 13,3
- Nequinho PPR$ 4,5 mil · 357 votosR$ 12,6
Votos por real
- 2016, vereador: 83 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 24 votos por R$ 1.000, 65% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.