Apuração
Vereador · 2008 · PT

Gustavo Vergilio

Gustavo Vergilio de Paula · nasceu em 1981

Gustavo Vergilio se candidatou em 2 eleições, de 2006 a 2008, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,37← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2006PT2008PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PT.

Dep. estadualVereadorPartidoPT20062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 27 anos, superior completo, engenheiro. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Itapevi (SP)
    PT 13331· centro-esquerda
    suplente
  2. 2006
    Deputado estadual · São Paulo
    PT 13331· centro-esquerda· na urna, Gustavo
    suplente2.889 votos; 612º mais votado de 1.520 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Gustavo Vergilio teve 2.889 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 612º lugar entre 1.520 candidatos.

Recebeu votos em 225 cidades. Itapevi deu 24,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 73,6%.

2.889 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 2.889 votos.
  1. Itapevi (SP)693 votos24%
  2. São Paulo (SP)636 votos22%
  3. Presidente Prudente (SP)171 votos5,9%
  4. Valinhos (SP)167 votos5,8%
  5. Ilha Solteira (SP)110 votos3,8%
  6. Outras 210 cidades764 votos26,4%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Gustavo Vergilio declarou ao TSE R$ 46 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 25 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · Itapevi (SP) · PT · suplente

De onde veio

R$ 25,3 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 25,3 mil.
  1. PartidoR$ 19,8 mil78,3%
  2. Próprio bolsoR$ 3.69514,6%
  3. Outros candidatosR$ 1.3875,5%
  4. EmpresasR$ 4181,6%

Para onde foi

R$ 25,3 mil
O maior gasto foi com material impresso: 45% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 25,3 mil.
  1. Material impressoR$ 11,3 mil44,6%
  2. OutrosR$ 6.60826,1%
  3. PessoalR$ 4.28416,9%
  4. EscritórioR$ 2.0648,2%
  5. TransporteR$ 1.0714,2%
  6. RepassesR$ 5< 0,1%

Quanto custou cada voto: vereador, Itapevi (SP), 2008

Mediana da disputa: R$ 42,9 por voto. Quem venceu, Akdenis, gastou R$ 14,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 114; o mais barato, R$ 14,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 4,2 votos por R$ 1.000, 11% da mediana da disputa.
  • 2006, deputado estadual: 139 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.