Apuração
Deputado estadual · 2014 · AGIR

Gustavo Furtado

Gustavo de Souza Furtado · nasceu em 1970

Gustavo Furtado disputou uma eleição, em 2014, para deputado estadual (Minas Gerais), pelo AGIR: suplente.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoAGIR+0,47← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoAGIR2014
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2014, suplente.

Declarou ao TSE em 2014: 44 anos, superior completo, servidor público federal, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2014
    Deputado estadual · Minas Gerais
    AGIR 36344· direita
    suplente393 votos; 680º mais votado de 1.055 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Gustavo Furtado teve 393 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 680º lugar entre 1.055 candidatos.

Recebeu votos em 37 cidades. Belo Horizonte deu 59,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 91,1%.

393 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 393 votos.
  1. Belo Horizonte (MG)234 votos59,5%
  2. Nova Lima (MG)37 votos9,4%
  3. Bom Jesus da Penha (MG)14 votos3,6%
  4. Carangola (MG)12 votos3,1%
  5. Itabira (MG)11 votos2,8%
  6. Outras 22 cidades35 votos8,9%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2014, Gustavo Furtado declarou R$ 864,9 mil em bens, em reais de hoje: 6,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 864,9 mil
em bens declarados em 2014, em reais de setembro de 2026 (R$ 446.000 na declaração)

Declarou 6,3 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em Minas Gerais em 2014.

  • Gustavo FurtadoR$ 864,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 137,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 2 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 864,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2014, Gustavo Furtado declarou ao TSE R$ 3 mil em receitas, em reais de hoje.

2014 · Deputado estadual · Minas Gerais · AGIR · suplente

De onde veio

R$ 2.967
0% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.967. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 1.72858,3%
  2. PartidoTudo de Eleicao 2014 Comite Financeiro Mg Unico PtcR$ 73724,9%

Para onde foi

R$ 2.967
O maior gasto foi com transporte: 46% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.967. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 76825,9%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Minas Gerais, 2014

Mediana da disputa: R$ 43,6 por voto. Quem venceu, Paulo Guedes, gastou R$ 28,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 205; o mais barato, R$ 28,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2014, deputado estadual: 132 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.