Apuração
Vereador · 2020 · PSD

Gustavo Colle

Luis Gustavo Cattani Colle · nasceu em 1978

Gustavo Colle disputou uma eleição, em 2020, para vereador (Criciúma (SC)), pelo PSD: suplente.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSD+0,40← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPSD2020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 42 anos, superior completo, jornalista e redator, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Criciúma (SC)
    PSD 55045· direita
    suplente1.219 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Gustavo Colle declarou R$ 515,7 mil em bens, em reais de hoje: 6,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina.

R$ 515,7 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 359.000 na declaração)

Declarou 6,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2020.

  • Gustavo ColleR$ 515,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 84,8 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 238,5 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 515,7 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2020, Gustavo Colle declarou ao TSE R$ 74 mil em receitas, em reais de hoje, 32% de dinheiro público.

2020 · Vereador · Criciúma (SC) · PSD · suplente

De onde veio

R$ 74,1 mil
32% veio de fundos públicos; 29 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 74,1 mil.
  1. PessoasR$ 37,3 mil50,4%
  2. Fundo eleitoralR$ 23,4 mil31,5%
  3. Próprio bolsoR$ 12,2 mil16,4%
  4. Outros candidatosR$ 1.2381,7%

Para onde foi

R$ 36,4 mil
O maior gasto foi com rádio, TV e vídeo: 33% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 36,4 mil.
  1. Rádio, TV e vídeoR$ 11,9 mil32,6%
  2. TransporteR$ 9.96327,3%
  3. PessoalR$ 8.35022,9%
  4. Material impressoR$ 5.16514,2%
  5. EscritórioR$ 1.0712,9%

Quanto custou cada voto: vereador, Criciúma (SC), 2020

Mediana da disputa: R$ 59,8 por voto. Quem venceu, Arleu Da Silveira, gastou R$ 26 por voto. O voto mais caro custou R$ 12.952; o mais barato, R$ 26.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Wladis Lucio DEMR$ 78 mil · 6 votosR$ 12.952
  • Frank Passos Nego Frank DEMR$ 153 mil · 379 votosR$ 402
  • Edson Paiol PSLR$ 91 mil · 478 votosR$ 189
  • Carmen Leal Dentista PSDR$ 45 mil · 357 votosR$ 127
  • Edivanio Manenti PLR$ 123 mil · 1.459 votosR$ 84
  • Júlio Kaminski PSLR$ 85 mil · 1.041 votosR$ 81,6
  • Prof. Rose Reynaud PSDR$ 46 mil · 761 votosR$ 59,8
  • Jefferson Monteiro PSLR$ 38 mil · 1.001 votosR$ 37,9
  • Ademir Honorato MDBR$ 51 mil · 1.584 votosR$ 32,2
  • Aldinei Potelecki REPUBLICANOSR$ 45 mil · 1.503 votosR$ 30,1
  • Toninho Da Imbralit PSDBR$ 42 mil · 1.597 votosR$ 26,3
  • Arleu Da Silveira PSDBR$ 61 mil · 2.327 votosR$ 26

Votos por real

  • 2020, vereador: 33 votos por R$ 1.000, 79% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.