Apuração
Vereador · 2016 · PSB

Gustavo Campos

Gustavo Tadeu Campos · nasceu em 1983

Gustavo Campos se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSB+0,15← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PL2012PRTB2016PSB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.

Passou por 3 partidos: PL (2008), PRTB (2012), PSB (2016).

VereadorPartidoPLPRTBPSB20082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 32 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Arcos (MG)
    PSB 40456· centro-esquerda
    suplente
  2. 2012
    Vereador · Arcos (MG)
    PRTB 28456· direita
    eleito550 votos
  3. 2008
    Vereador · Arcos (MG)
    PL 22345· direita· na urna, Gustavo
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Gustavo Campos declarou R$ 95,9 mil em bens, em reais de hoje: 3,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 12,8 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 95,9 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 59.000 na declaração)

Declarou 3,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.

  • Gustavo CamposR$ 95,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 95,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Gustavo Campos declarou ao TSE R$ 28 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 14 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Arcos (MG) · PSB · suplente

De onde veio

R$ 7.264
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.264.
  1. Próprio bolsoR$ 6.42888,5%
  2. PartidoR$ 4896,7%
  3. Outros candidatosR$ 3474,8%

Para onde foi

R$ 7.264
O maior gasto foi com transporte: 61% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.264.
  1. TransporteR$ 4.43761,1%
  2. Material impressoR$ 2.27731,3%
  3. ServiçosR$ 4896,7%
  4. Rádio, TV e vídeoR$ 440,6%
  5. EscritórioR$ 160,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Arcos (MG), 2016

Mediana da disputa: R$ 47,1 por voto. Quem venceu, Marcelo Estevam, gastou R$ 14,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 194; o mais barato, R$ 14,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.

Ver em tabela
  • Toninho Da Pamonha PSDR$ 12 mil · 63 votosR$ 194
  • Guilherme Pisca MOBILIZAR$ 17 mil · 142 votosR$ 118
  • Magda Fontes PSDBR$ 16 mil · 212 votosR$ 76,5
  • Ebinho Do Pao De Queijo REPUBLICANOSR$ 11 mil · 164 votosR$ 67,4
  • Vinicius Do Mini-Preço PSBR$ 13 mil · 217 votosR$ 60,8
  • Maria Helena AGIRR$ 11 mil · 229 votosR$ 47,1
  • Joao Do Lico PLR$ 13 mil · 288 votosR$ 46,7
  • Wirlei Alves PHSR$ 16 mil · 547 votosR$ 29,2
  • Jamir Leiteiro MDBR$ 14 mil · 478 votosR$ 28,4
  • Marcelo Estevam PVR$ 13 mil · 924 votosR$ 14,3

Votos por real

  • 2016, vereador: 25 votos por R$ 1.000, 84% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 39 votos por R$ 1.000, 4,6 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 50 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.