Gunda
Antonio Torres Gonçalves · nasceu em 1972
Gunda se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.
Passou por 2 partidos: PSL (2008–2012), PRP (2014–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 44 anos, até o fundamental, vereador, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2014, parda em 2016. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2014Deputado estadual · Minas GeraisPRP 44369· direitasuplente16.463 votos; 160º mais votado de 1.055 no estado
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Gunda teve 16.463 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 160º lugar entre 1.055 candidatos.
Recebeu votos em 202 cidades. Belo Horizonte deu 60,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 90,6%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Gunda declarou R$ 121,9 mil em bens, em reais de hoje: 4,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 5.907 acima da inflação.
Declarou 4,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- GundaR$ 121,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Gunda declarou ao TSE R$ 2,3 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 1,5 milhão, 3,6% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Belo Horizonte (MG) · PRP · não eleito
De onde veio
- Fundo partidárioTudo de Pt Do B - Partido Trabalhista Do BrasilR$ 206,7 mil66,4%
- Próprio bolsoR$ 60,8 mil19,5%
- Outros candidatosTudo de Eleicao 2016 Luis Henrique De Oliveira Resende PrefeitoR$ 40,5 mil13%
- PessoasR$ 3.3681,1%
Para onde foi
- Pessoal69 pessoas, não nomeadasR$ 103,9 mil33,4%
- OutrosR$ 25,2 mil8,1%
- Rádio, TV e vídeoR$ 6.7022,2%
- EscritórioR$ 5.6541,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Belo Horizonte (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 77,6 por voto. Quem venceu, Juliano Lopes, gastou R$ 46,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 161; o mais barato, R$ 46,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Claudio Sampaio PHSR$ 351 mil · 2.175 votosR$ 161
- Elaine Matozinhos PTBR$ 606 mil · 4.081 votosR$ 149
- Léo Burguês De Castro PSLR$ 516 mil · 3.519 votosR$ 147
- Petronio Matias MOBILIZAR$ 349 mil · 3.249 votosR$ 107
- Tarcísio Caixeta PC do BR$ 416 mil · 4.251 votosR$ 97,9
- Marcinho PATRIOTAR$ 466 mil · 5.554 votosR$ 84
- Gilson Reis PC do BR$ 483 mil · 6.223 votosR$ 77,6
- Pedro Patrus PTR$ 510 mil · 6.961 votosR$ 73,3
- Doorgal Andrada PSDR$ 435 mil · 7.227 votosR$ 60,2
- Wellington Magalhaes PODER$ 726 mil · 13.191 votosR$ 55
- Alvaro Damiao PSBR$ 576 mil · 10.869 votosR$ 53
- Juliano Lopes AGIRR$ 359 mil · 7.714 votosR$ 46,6
Votos por real
- 2016, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 29% da mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 11 votos por R$ 1.000, 26% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 79% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 45 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.