Guillen
Antonio Ricardo Martins Guillen · nasceu em 1961
Guillen se candidatou em 6 eleições, de 2002 a 2026, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PSTU.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-governador, 2026, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2026: 65 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2026Vice-governador · Distrito FederalPSTU 16· esquerdaNa chapa de Professor Robsonchapa não eleita1.640 votos da chapa, 0,1%
- 2018
- 2014Vice-governador · Distrito FederalPSTU 50· esquerdaNa chapa de Toninho do Psolchapa não eleita34.689 votos da chapa, 2,3%
- 2010Deputado distrital · Distrito FederalPSTU 16000· esquerdanão eleito473 votos; 391º mais votado de 798 no estado
- 2006Vice-governador · Distrito FederalPSTU 50· esquerda· na urna, Ricardo GuillenNa chapa de Toninho do Psolchapa não eleita55.898 votos da chapa, 4,2%
- 2002
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Guillen teve 473 votos para deputado distrital, 0,0% dos votos válidos do estado: 391º lugar entre 798 candidatos.
Recebeu votos em 1 cidade. Brasília deu 100,0% deles.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2026, Guillen declarou R$ 684,6 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2026, o total subiu R$ 565,3 mil acima da inflação.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Guillen declarou ao TSE R$ 16 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado distrital: R$ 10 mil.
Campanha a campanha
2018 · Governador · Distrito Federal · PSTU · não eleito
De onde veio
- PartidoTudo de Partido Socialista Dos Trabalhadores Unificado - Diretorio RegionalR$ 3.61666,3%
- Próprio bolsoR$ 1.83833,7%
Para onde foi
Nada declarado em 2018.
Quanto custou cada voto: governador, Distrito Federal, 2018
Mediana da disputa: R$ 12,9 por voto. Quem venceu, Ibaneis, gastou R$ 12,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 80,9; o mais barato, R$ 1,07.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados e 1 sem gasto declarado.
Ver em tabela
- Alberto Fraga DEMR$ 7,2 milhões · 88.840 votosR$ 80,9
- Eliana Pedrosa PROSR$ 5,4 milhões · 105.579 votosR$ 51,5
- Rodrigo Rollemberg PSBR$ 7,9 milhões · 210.510 votosR$ 37,7
- Rogério Rosso PSDR$ 2,3 milhões · 169.785 votosR$ 13,4
- Ibaneis MDBR$ 8,2 milhões · 634.008 votosR$ 12,9
- Júlio Miragaya PTR$ 779 mil · 60.592 votosR$ 12,9
- Alexandre Guerra NOVOR$ 465 mil · 63.261 votosR$ 7,34
- Fátima Sousa PSOLR$ 125 mil · 65.648 votosR$ 1,91
- General Paulo Chagas PRPR$ 119 mil · 110.973 votosR$ 1,07
Votos por real
- 2010, deputado distrital: 46 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
- 2002, senador: 3.726 votos por R$ 1.000, 8,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.