Guilherme Nonato
Guilherme de Sá Cavalcante · nasceu em 1962
Guilherme Nonato se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2012 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
Passou por 2 partidos: PSB (2002–2010), PV (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, votos anulados pela Justiça Eleitoral.
Declarou ao TSE em 2012: 50 anos, ensino médio, operador de aparelhos de produção industrial. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2010Deputado estadual · São PauloPSB 40401· centro-esquerdasuplente747 votos; 928º mais votado de 1.543 no estado
- 2006Deputado estadual · São PauloPSB 40401· centro-esquerdasuplente18.156 votos; 245º mais votado de 1.520 no estado
- 2002Deputado estadual · São PauloPSB 40401· centro-esquerdasuplente36.410 votos; 135º mais votado de 1.424 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Guilherme Nonato teve 747 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 928º lugar entre 1.543 candidatos.
Recebeu votos em 71 cidades. São Paulo deu 67,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 89,4%.
As outras 2 eleições para deputado
- São Paulo (SP)11.471 votos63,2%
- Guarulhos (SP)992 votos5,5%
- Poá (SP)398 votos2,2%
- Santo André (SP)344 votos1,9%
- Diadema (SP)291 votos1,6%
- Outras 259 cidades3.034 votos16,7%
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2006, Guilherme Nonato declarou R$ 1,2 mi em bens, em reais de hoje: 5,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Em 2012, não declarou nenhum bem.
Declarou 5,1 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em São Paulo em 2006.
- Guilherme NonatoR$ 1,2 mi
- Mediana dos candidatosR$ 234,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 1,2 mi
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 11 itens declarados em 2006, do maior ao menor
- Imovel residencial em sao paulo/spR$ 745,6 milImóveis
- Veiculo karnival 1997/1998R$ 113,3 milVeículos, barcos e aeronaves
- Veiculo besta gs 2.8R$ 98,4 milVeículos, barcos e aeronaves
- Veiculo karnivalR$ 90,2 milVeículos, barcos e aeronaves
- Fiat palio weekendR$ 71,6 milVeículos, barcos e aeronaves
- Veiculo kia bestaR$ 37,8 milVeículos, barcos e aeronaves
- 100% Das quotas da empresa f. de SA cavalcanteR$ 14,9 milEmpresas e participações
- Cdc BBR$ 10,3 milDinheiro e aplicações
- Saldo negativo em c/c unibancoR$ 3.937Dinheiro e aplicações
- Aplicação rapinvestR$ 1.282Dinheiro e aplicações
- Saldo negativo BBR$ 480Dinheiro e aplicações
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Guilherme Nonato declarou ao TSE R$ 917 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 824 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Poá (SP) · PV · votos anulados pela Justiça Eleitoral
De onde veio
- PartidoR$ 4.21366%
- Próprio bolsoR$ 2.16634%
Para onde foi
- Material impressoR$ 3.44654%
- TransporteR$ 1.82828,7%
- PessoalR$ 1.08317%
- ServiçosR$ 220,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Poá (SP), 2012
Mediana da disputa: R$ 70,8 por voto. Quem venceu, Gian Lopes, gastou R$ 30,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 206; o mais barato, R$ 30,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Professor Edson Barbosa PTR$ 55 mil · 267 votosR$ 206
- Juarez Da Auto Escola Açoreana PLR$ 53 mil · 338 votosR$ 156
- Andre Marques DEMR$ 52 mil · 343 votosR$ 151
- Tato Da Wlamar PDTR$ 76 mil · 550 votosR$ 139
- Deri AGIRR$ 39 mil · 401 votosR$ 97,6
- Ivan Machado PSLR$ 46 mil · 630 votosR$ 73
- Léo PDTR$ 44 mil · 624 votosR$ 70,8
- Ricardo Massa PPR$ 46 mil · 867 votosR$ 53,1
- Dr.. Jeruza Reis PTBR$ 49 mil · 995 votosR$ 48,9
- Alexandre Provisor PSLR$ 46 mil · 1.340 votosR$ 34,3
- Deneval Dias REPUBLICANOSR$ 38 mil · 1.214 votosR$ 31,6
- Gian Lopes PLR$ 86 mil · 2.815 votosR$ 30,4
Votos por real
- 2010, deputado estadual: 61 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 22 votos por R$ 1.000, 25% da mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 490 votos por R$ 1.000, 3,6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.