Apuração
Vereador · 2016 · PDT

Guilherme Mão

Guilherme Volmir Schneider · nasceu em 1970

Guilherme Mão se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,22← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PDT2016PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Os votos de 2016 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Sempre pelo PDT.

VereadorPartidoPDT2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleitovotos anulados
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, votos anulados pela Justiça Eleitoral.

Declarou ao TSE em 2016: 46 anos, até o fundamental, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Victor Graeff (RS)
    PDT 12366· centro-esquerda
    votos anulados pela Justiça Eleitoral
  2. 2004
    Vereador · Victor Graeff (RS)
    PDT 12369· centro-esquerda· na urna, Guilherme Schneider - Mão
    eleito141 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Guilherme Mão declarou R$ 1,8 mi em bens, em reais de hoje: 25 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.

R$ 1,8 mi
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.124.000 na declaração)

Declarou 25 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.

  • Guilherme MãoR$ 1,8 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,8 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 8 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Casa de alvenariaR$ 812,3 mil
    Casa
  2. 3 Hectares de terra no primeiro distritoR$ 373,7 mil
    Terra nua
  3. Sala comercialR$ 243,7 mil
    Sala ou conjunto
  4. Ranger 2015R$ 146,2 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. Mf 4275R$ 130 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  6. F4000 1985R$ 56,9 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  7. Montana 2015R$ 56,9 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  8. Moto xtz yamaha 2004R$ 6.499
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Guilherme Mão declarou ao TSE R$ 2,9 mil em receitas, em reais de hoje.

2016 · Vereador · Victor Graeff (RS) · PDT · votos anulados pela Justiça Eleitoral

De onde veio

R$ 2.931
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.931.
  1. PartidoR$ 2.08971,3%
  2. Próprio bolsoR$ 84228,7%

Para onde foi

R$ 2.877
O maior gasto foi com transporte: 38% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.877.
  1. TransporteR$ 1.08837,8%
  2. ServiçosR$ 97233,8%
  3. Material impressoR$ 81828,4%

Quanto custou cada voto: vereador, Victor Graeff (RS), 2016

Mediana da disputa: R$ 41 por voto. Quem venceu, Ademar Jacó Hahn, gastou R$ 19,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 152; o mais barato, R$ 19,9.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.