Apuração
Vereador · 2012 · PP

Guilherme Gorski

José Guilherme Gorski Damaceno · nasceu em 1956

Guilherme Gorski se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2012, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,42← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PV2012PP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PV (2002), PP (2012).

Dep. federalVereadorPartidoPVPP200220042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2012: 56 anos, ensino médio. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    PP 11211· direita
    candidatura não chegou à urna
  2. 2002
    Deputado federal · São Paulo
    PV 4374· centro-esquerda
    suplente6.171 votos; 275º mais votado de 703 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Guilherme Gorski teve 6.171 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 275º lugar entre 703 candidatos.

Recebeu votos em 94 cidades. Itararé deu 87,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,7%.

6.171 votos
votos para deputado federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 6.171 votos.
  1. Itararé (SP)5.380 votos87,2%
  2. São Paulo (SP)410 votos6,6%
  3. Itapeva (SP)79 votos1,3%
  4. Itaberá (SP)27 votos0,4%
  5. Fartura (SP)25 votos0,4%
  6. Outras 79 cidades141 votos2,3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Guilherme Gorski declarou R$ 438,3 mil em bens, em reais de hoje: 13 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.

R$ 438,3 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 200.000 na declaração)

Declarou 13 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.

  • Guilherme GorskiR$ 438,3 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 438,3 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Guilherme Gorski declarou ao TSE R$ 14 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado federal: R$ 14 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Águas de Lindóia (SP) · PP · candidatura não chegou à urna

De onde veio

R$ 11
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 11
O maior gasto foi com escritório: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Águas de Lindóia (SP), 2012

Mediana da disputa: R$ 41,1 por voto. Quem venceu, Uilsinho, gastou R$ 16,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 555; o mais barato, R$ 16,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela
  • Carlinhos Da Radio MOBILIZAR$ 7,8 mil · 14 votosR$ 555
  • Rosangela Russy MOBILIZAR$ 5 mil · 20 votosR$ 250
  • Japão MDBR$ 7 mil · 70 votosR$ 100
  • Mônica Porto PPR$ 11 mil · 125 votosR$ 88,3
  • Vagner Rossini PSDR$ 7,4 mil · 170 votosR$ 43,4
  • Adonias Advogado PSCR$ 6,9 mil · 168 votosR$ 41,1
  • Mario Sérgio PTBR$ 15 mil · 439 votosR$ 33,7
  • Ismael Rielli MDBR$ 8,1 mil · 307 votosR$ 26,3
  • Joel PSDR$ 6,8 mil · 315 votosR$ 21,7
  • Luciano Fiori DEMR$ 5,7 mil · 302 votosR$ 18,7
  • Uilsinho PPR$ 5,4 mil · 326 votosR$ 16,6

Votos por real

  • 2002, deputado federal: 444 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.