Guilherme da Cunha
Guilherme da Cunha Andrade · nasceu em 1983
Guilherme da Cunha se candidatou em 2 eleições, de 2018 a 2022, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: deputado estadual, em 2018.
Sempre pelo NOVO.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2022, não eleito.
Declarou ao TSE em 2022: 39 anos, superior completo, deputado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2022Deputado federal · Minas GeraisNOVO 3031· direitanão eleito21.881 votos; 93º mais votado de 1.035 no estado
- 2018Deputado estadual · Minas GeraisNOVO 30400· direitaeleito24.792 votos; 107º mais votado de 1.255 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2022, Guilherme da Cunha teve 21.881 votos para deputado federal, 0,2% dos votos válidos do estado: 93º lugar entre 1.035 candidatos.
Recebeu votos em 592 cidades. Belo Horizonte deu 46,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 65,7%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2022, Guilherme da Cunha declarou R$ 522,3 mil em bens, em reais de hoje: 4,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2018 e 2022, o total subiu R$ 39,2 mil acima da inflação.
Declarou 4,9 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal em Minas Gerais em 2022.
- Guilherme da CunhaR$ 522,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 105,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 1,1 mi
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 10 itens declarados em 2022, do maior ao menor
- Sala comercial de 44R$ 301,1 milSala ou conjunto
- Veículo honda hr-v ano 2018R$ 91,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Conta corrente no itau unibanco S/AR$ 60,2 milConta corrente no país
- RDB no itau unibanco S/AR$ 43,1 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- Aplicacoes de renda fixa junto a nu financeira s.aR$ 8.316Renda fixa (CDB, RDB e outros)
- Aplicacoes de renda fixa junto a lecca cfi S/AR$ 7.867Renda fixa (CDB, RDB e outros)
- Dinheiro em espécieR$ 6.023Dinheiro em espécie
- RDB da omni S/A credito financiamento e investimentoR$ 1.276Renda fixa (CDB, RDB e outros)
- Aplicacao de renda fixa junto a caruana S/AR$ 1.253Renda fixa (CDB, RDB e outros)
- 1000 Quotas do capital social da cunha andrade advocacia e…R$ 1.205Quotas ou quinhões de capital
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Guilherme da Cunha declarou ao TSE R$ 1,1 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2022, para deputado federal: R$ 986 mil.
Campanha a campanha
2022 · Deputado federal · Minas Gerais · NOVO · não eleito
De onde veio
- Pessoas30 pessoas, não nomeadasR$ 832,8 mil84,5%
- VaquinhaR$ 44,2 mil4,5%
- Outros candidatosR$ 1.1210,1%
Para onde foi
- EscritórioR$ 43,1 mil4,6%
- Rádio, TV e vídeoR$ 38,7 mil4,2%
- RepassesR$ 26,1 mil2,8%
Quanto custou cada voto: deputado federal, Minas Gerais, 2022
Mediana da disputa: R$ 44,1 por voto. Quem venceu, Fred Costa, gastou R$ 20,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 133; o mais barato, R$ 20,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Paulo Lamac REDER$ 3,5 milhões · 26.611 votosR$ 133
- Ulisses Guimarães MDBR$ 3 milhões · 27.101 votosR$ 111
- Felipe Saliba PATRIOTAR$ 3,6 milhões · 33.613 votosR$ 107
- Wadson Ribeiro PC do BR$ 3,1 milhões · 34.256 votosR$ 89,9
- Leo Motta REPUBLICANOSR$ 3,1 milhões · 37.494 votosR$ 82,9
- Aelton Freitas PPR$ 3,8 milhões · 50.777 votosR$ 75,1
- Charlles Evangelista PPR$ 3,1 milhões · 46.230 votosR$ 68,1
- Vilson Da Fetaemg PSBR$ 3 milhões · 54.280 votosR$ 55,4
- Nely Aquino PODER$ 3,6 milhões · 66.866 votosR$ 53,9
- Braulio Braz PTBR$ 3,7 milhões · 68.665 votosR$ 53,8
- Álvaro Damião UNIÃOR$ 3,2 milhões · 59.724 votosR$ 53,4
- Igor Timo PODER$ 3,8 milhões · 74.465 votosR$ 51,3
- Fábio Ramalho MDBR$ 3,7 milhões · 77.604 votosR$ 48,1
- Mauro Lopes PPR$ 3,3 milhões · 69.034 votosR$ 48
- Lafayette Andrada REPUBLICANOSR$ 3,2 milhões · 68.677 votosR$ 47,3
- Aécio Neves PSDBR$ 3,8 milhões · 85.341 votosR$ 44,1
- Delegado Marcelo Freitas UNIÃOR$ 3,5 milhões · 82.894 votosR$ 42,7
- Euclydes Pettersen PSCR$ 3,8 milhões · 101.892 votosR$ 37,6
- Paulo Abi-Ackel PSDBR$ 3,8 milhões · 105.383 votosR$ 35,9
- Newton Cardoso Jr MDBR$ 3,6 milhões · 103.056 votosR$ 35,3
- Dimas Fabiano PPR$ 3,3 milhões · 96.395 votosR$ 34,4
- Hercilio Coelho Diniz MDBR$ 3,7 milhões · 122.819 votosR$ 30,4
- Greyce Elias AVANTER$ 3,2 milhões · 110.346 votosR$ 29,3
- Weliton Prado PROSR$ 3,5 milhões · 126.214 votosR$ 27,7
- Rodrigo De Castro UNIÃOR$ 3,2 milhões · 122.571 votosR$ 26,3
- Odair Cunha PTR$ 3,3 milhões · 129.146 votosR$ 25,3
- Rafael Simoes UNIÃOR$ 3,6 milhões · 144.924 votosR$ 24,8
- Pinheirinho PPR$ 3,3 milhões · 136.575 votosR$ 24,4
- Zé Vitor PLR$ 3,2 milhões · 152.748 votosR$ 20,7
- Fred Costa PATRIOTAR$ 3,2 milhões · 158.453 votosR$ 20,1
Votos por real
- 2022, deputado federal: 24 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2018, deputado estadual: 259 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.