Guilherme Correia
Guilherme da Silva Correia · nasceu em 1974
Guilherme Correia se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 3.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008 e 2012.
Passou por 3 partidos: DEM (2004–2012), PATRIOTA (2016), PSD (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 46 anos, superior completo, engenheiro, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Guilherme Correia declarou R$ 567,4 mil em bens, em reais de hoje: 33 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 282,3 mil acima da inflação.
Declarou 33 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- Guilherme CorreiaR$ 567,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- santana de parnáibaR$ 430,9 milApartamento
- carroR$ 86,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- 1/3 de um imóvel residencialR$ 43,1 milCasa
- dinheiroR$ 7.182Dinheiro em espécie
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Guilherme Correia declarou ao TSE R$ 190 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 80 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Santana de Parnaíba (SP) · PSD · suplente
De onde veio
Para onde foi
- InternetR$ 65058,2%
- PessoalR$ 46741,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Santana de Parnaíba (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 53,9 por voto. Quem venceu, Nilson Cadeirante, gastou R$ 32,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 119; o mais barato, R$ 32,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Lau Alencar Filho PSDR$ 28 mil · 231 votosR$ 119
- Dr Adâncio PLR$ 25 mil · 214 votosR$ 118
- Pastor Ebeneze De Paula PSCR$ 50 mil · 435 votosR$ 115
- Professor Paulo Cunha MDBR$ 57 mil · 802 votosR$ 70,9
- João Oliveira PSLR$ 44 mil · 676 votosR$ 64,9
- Gabriel Oliani PSDBR$ 40 mil · 748 votosR$ 53,9
- Marcio Rossone AVANTER$ 28 mil · 690 votosR$ 40,7
- Agnaldo Moreno PSDR$ 25 mil · 633 votosR$ 39,8
- Xerife PODER$ 22 mil · 581 votosR$ 37
- Fatima Muro PSDBR$ 23 mil · 671 votosR$ 33,7
- Nilson Cadeirante PODER$ 26 mil · 791 votosR$ 32,3
Votos por real
- 2020, vereador: 283 votos por R$ 1.000, 5,3 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 29 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 28 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.