Gui do Cavaco
Guilherme de Souza Martins · nasceu em 1985
Gui do Cavaco se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Sempre pelo CIDADANIA.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 31 anos, ensino médio, músico, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Gui do Cavaco declarou R$ 5.686 em bens, em reais de hoje.
Declarou 24% da mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- Gui do CavacoR$ 5.686
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Gui do Cavaco declarou ao TSE R$ 8,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 4,2 mil, 3,6% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Ibitinga (SP) · CIDADANIA · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 4.07796,4%
- Fundo partidárioR$ 1543,6%
Para onde foi
- Material impressoR$ 4.21299,5%
- EscritórioR$ 190,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Ibitinga (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 37,2 por voto. Quem venceu, Marco Fonseca, gastou R$ 5,90 por voto. O voto mais caro custou R$ 325; o mais barato, R$ 5,90.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Lizete Do Gacci PSDBR$ 13 mil · 39 votosR$ 325
- Jabuca PSLR$ 13 mil · 57 votosR$ 221
- Orlando Prudenciano PSLR$ 17 mil · 169 votosR$ 102
- Romildo Baiano CIDADANIAR$ 19 mil · 338 votosR$ 56,4
- Sobral PSBR$ 12 mil · 230 votosR$ 50,3
- Matheus Carreiro PSDBR$ 27 mil · 649 votosR$ 41,3
- Luizinho Auto-Center Pai Filho PSLR$ 16 mil · 428 votosR$ 37,2
- Francisco Palhares PSBR$ 13 mil · 373 votosR$ 34
- Windson Pinheiro PSDBR$ 13 mil · 392 votosR$ 33,7
- Alliny Sartori SOLIDARIEDADER$ 25 mil · 788 votosR$ 32,1
- Gumercindo PSDBR$ 13 mil · 487 votosR$ 26,7
- Marco Fonseca PTBR$ 14 mil · 2.398 votosR$ 5,90
Votos por real
- 2016, vereador: 102 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 124 votos por R$ 1.000, 3,6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.