Granado
Antonio Granado · nasceu em 1951
Granado se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PSDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 65 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Granado declarou R$ 67,7 mil em bens, em reais de hoje: 2,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 70,3 mil, já descontada a inflação.
Declarou 2,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- GranadoR$ 67,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Granado declarou ao TSE R$ 48 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 20 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Adamantina (SP) · PSDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 74573,8%
- ServiçosR$ 16216,1%
- EscritórioR$ 10210,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Adamantina (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 10 por voto. Quem venceu, Joao Davoli, gastou R$ 4,23 por voto. O voto mais caro custou R$ 97,6; o mais barato, R$ 4,23.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Luciano Hashioka PTBR$ 16 mil · 162 votosR$ 97,6
- Ivanete Sylvestrino DEMR$ 3,8 mil · 132 votosR$ 28,7
- Rogerio Macarrao PSBR$ 7,4 mil · 388 votosR$ 19
- Fabiao PVR$ 6,3 mil · 478 votosR$ 13,1
- Eduardo Fiorillo DEMR$ 12 mil · 962 votosR$ 12,8
- Edinho Ruete DEMR$ 13 mil · 1.076 votosR$ 12,4
- Robertinho Da Dengue PSBR$ 3,7 mil · 372 votosR$ 10
- Marcinho PTBR$ 3,7 mil · 371 votosR$ 9,95
- Professor Helio PLR$ 4 mil · 483 votosR$ 8,26
- Dinha DEMR$ 4,5 mil · 713 votosR$ 6,34
- Alcio Ikeda PODER$ 6,2 mil · 1.066 votosR$ 5,77
- Joao Davoli PVR$ 3,4 mil · 814 votosR$ 4,23
Votos por real
- 2016, vereador: 109 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 24 votos por R$ 1.000, 35% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 22 votos por R$ 1.000, 31% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 25 votos por R$ 1.000, 31% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.