Graffunder
Ademir Graffunder · nasceu em 1977
Graffunder se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2010, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 2 partidos: MDB (2004), MOBILIZA (2008–2010).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2010, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2010: 33 anos, ensino médio, agricultor. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2010
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2010, Graffunder declarou R$ 148,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2010, o total caiu R$ 67,3 mil, já descontada a inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a deputado estadual no Paraná em 2010.
- GraffunderR$ 148,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 197,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 2 mi
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Graffunder declarou ao TSE R$ 12 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 8,3 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Matelândia (PR) · MOBILIZA · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 7.92095,3%
- PartidoR$ 2412,9%
- PessoasR$ 1471,8%
Para onde foi
- OutrosR$ 3884,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Matelândia (PR), 2008
Mediana da disputa: R$ 48,7 por voto. Quem venceu, Rai Rai, gastou R$ 22,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 273; o mais barato, R$ 22,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Maria Ligian PPR$ 14 mil · 50 votosR$ 273
- Ivonete Andrade CIDADANIAR$ 13 mil · 71 votosR$ 189
- Tio Ildo PSDBR$ 19 mil · 184 votosR$ 106
- Domingos Pandolfo PPR$ 34 mil · 373 votosR$ 90,3
- Celio Zanesco DEMR$ 18 mil · 221 votosR$ 81,5
- Dr Carlos PPR$ 19 mil · 326 votosR$ 57,2
- Jeb DEMR$ 17 mil · 341 votosR$ 48,7
- Chico Braghini PDTR$ 13 mil · 270 votosR$ 48,6
- Jairo Menegatti PTBR$ 15 mil · 322 votosR$ 46,8
- Laco PPR$ 14 mil · 301 votosR$ 45,4
- Gilmar Tarugo PSDBR$ 14 mil · 583 votosR$ 24,2
- Rai Rai PPR$ 13 mil · 582 votosR$ 22,6
Votos por real
- 2008, vereador: 29 votos por R$ 1.000, 67% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 101 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.