Apuração
Vereadora · 2016 · PRTB

Gracinha de Souza

Maria das Graças Oliveira de Souza · nasceu em 1976

Gracinha de Souza se candidatou em 2 eleições, de 2010 a 2016, e foi eleita em nenhuma.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPRTB−0,02← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2010PSOL2016PRTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PSOL (2010), PRTB (2016).

Dep. federalVereadoraPartidoPSOLPRTB2010201220142016
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 40 anos, superior completo, locutor e comentarista de rádio e televisão e radialista, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PRTB 28123· direita
    suplente
  2. 2010
    Deputada federal · Alagoas
    PSOL 5012· esquerda· na urna, Gracinha
    não eleita851 votos; 43º mais votada de 64 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Gracinha de Souza teve 851 votos para deputada federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 43º lugar entre 64 candidatos.

Recebeu votos em 44 cidades. São José da Tapera deu 45,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,7%.

851 votos
votos para deputada federal em 2010
Cada quadrado é 1% de 851 votos.
  1. São José da Tapera (AL)384 votos45,1%
  2. Maceió (AL)141 votos16,6%
  3. Batalha (AL)53 votos6,2%
  4. Senador Rui Palmeira (AL)53 votos6,2%
  5. Belo Monte (AL)38 votos4,5%
  6. Outras 29 cidades54 votos6,3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Gracinha de Souza declarou ao TSE R$ 8,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputada federal: R$ 6,9 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereadora · São José da Tapera (AL) · PRTB · suplente

De onde veio

R$ 1.571
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.571.
  1. PessoasR$ 1.47393,8%
  2. Outros candidatosR$ 976,2%

Para onde foi

R$ 1.571
O maior gasto foi com rádio, TV e vídeo: 62% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.571.
  1. Rádio, TV e vídeoR$ 97261,9%
  2. PessoalR$ 48630,9%
  3. OutrosR$ 976,2%
  4. EscritórioR$ 130,8%
  5. RepassesR$ 30,2%

Quanto custou cada voto: vereadora, São José da Tapera (AL), 2016

Mediana da disputa: R$ 36,8 por voto. Quem venceu, Cosme Guedes, gastou R$ 24,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 65; o mais barato, R$ 24,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereadora: 50 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
  • 2010, deputada federal: 123 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.