Apuração
Vereadora · 2008 · PT

Gracinha

Maria das Graças Alves da Silva · nasceu em 1961

Gracinha disputou uma eleição, em 2008, para vereadora (Palmeirante (TO)), pelo PT: eleita.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,37← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadoraPartidoPT2008
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2008, eleita.

Declarou ao TSE em 2008: 46 anos, até o fundamental, agricultor. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereadora · Palmeirante (TO)
    PT 13223· centro-esquerda
    eleita145 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Gracinha declarou R$ 134,8 mil em bens, em reais de hoje: 2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Tocantins.

R$ 134,8 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 50.000 na declaração)

Declarou 2 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Tocantins em 2008.

  • GracinhaR$ 134,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 67,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 113,2 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 134,8 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Gracinha declarou ao TSE R$ 3,1 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereadora · Palmeirante (TO) · PT · eleita

De onde veio

R$ 3.074
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.074.
  1. PartidoTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 2.08367,8%
  2. Próprio bolsoR$ 99132,2%

Para onde foi

R$ 3.074
O maior gasto foi com outros: 68% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.074.
  1. OutrosTudo de Baixa De Recursos Estimáveis Em Dinheiro Proveniente Do Cpf/Cnpj 10155917000119R$ 2.08367,8%
  2. TransporteTudo de L. A. De MirandaR$ 77625,3%
  3. Material impressoR$ 1344,4%
  4. EscritórioR$ 802,6%

Quanto custou cada voto: vereadora, Palmeirante (TO), 2008

Mediana da disputa: R$ 127 por voto. Quem venceu, Nagib Lima, gastou R$ 31 por voto. O voto mais caro custou R$ 414; o mais barato, R$ 31.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Gasparito CIDADANIAR$ 22 mil · 54 votosR$ 414
  • Dr. Paulo PSBR$ 3,2 mil · 8 votosR$ 402
  • Samuel Da Van PSBR$ 4,9 mil · 16 votosR$ 309
  • Adiel Leal PTBR$ 25 mil · 112 votosR$ 224
  • Valmir Damasio PSBR$ 4 mil · 21 votosR$ 190
  • Gilvan Chicão PODER$ 18 mil · 110 votosR$ 163
  • Marly Do Riba PLR$ 13 mil · 101 votosR$ 127
  • Professora Elizangela CIDADANIAR$ 3,2 mil · 37 votosR$ 86,8
  • Poeira PLR$ 8,9 mil · 112 votosR$ 79,6
  • Geraldo Do Pt PTR$ 3,6 mil · 59 votosR$ 61,7
  • Moacy Minelvino MDBR$ 8,3 mil · 164 votosR$ 50,9
  • Nagib Lima DEMR$ 4,7 mil · 152 votosR$ 31

Votos por real

  • 2008, vereadora: 47 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.