Graciano Espindula
Graciano Espindula Filho · nasceu em 1931
Graciano Espindula se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2006, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: CIDADANIA (2002–2004), PSDB (2006).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2006, suplente.
Declarou ao TSE em 2006: 75 anos, superior completo, deputado. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2006Deputado estadual · Espírito SantoPSDB 45555· centro-direitasuplente9.362 votos; 65º mais votado de 354 no estado
- 2004
- 2002Deputado estadual · Espírito SantoCIDADANIA 23600· centro· na urna, Graciano Espíndulasuplente12.566 votos; 42º mais votado de 334 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Graciano Espindula teve 9.362 votos para deputado estadual, 0,5% dos votos válidos do estado: 65º lugar entre 354 candidatos.
Recebeu votos em 69 cidades. Guarapari deu 54,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,3%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2006, Graciano Espindula declarou R$ 4,1 mi em bens, em reais de hoje: 37 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Espírito Santo.
Declarou 37 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual no Espírito Santo em 2006.
- Graciano EspindulaR$ 4,1 mi
- Mediana dos candidatosR$ 109,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 532,6 mil
Cada quadrado, R$ 200 mil.
Os 13 itens declarados em 2006, do maior ao menor
- Créditos junto à Força Comércio e Part S/AR$ 1,7 miCréditos e direitos
- Veículo Toyota Lexus ano 2003R$ 447,3 milVeículos, barcos e aeronaves
- Uma casa na Rua CasteloR$ 387,7 milImóveis
- Veículo Mitsbishi Camionete ano 2003R$ 322,1 milVeículos, barcos e aeronaves
- Veículo Mercedes Bnez modelo 320S ano 1997R$ 304,2 milVeículos, barcos e aeronaves
- Obras de Arte diversasR$ 271,8 milOutros
- Veículo Toyota mod Corolla ano 2005R$ 222,8 milVeículos, barcos e aeronaves
- Banespa - depósitos bancários e aplicaçõesR$ 142 milDinheiro e aplicações
- Em espécieR$ 104,4 milDinheiro e aplicações
- 9 linhas telefônicasR$ 55,7 milOutros
- Unibanco - depósitos bancários e aplicaçõesR$ 47,1 milDinheiro e aplicações
- Veículo Ford Fiesta ano 200R$ 44,7 milVeículos, barcos e aeronaves
- 6 títulos de sócio-proprioetários de clubesR$ 13,3 milEmpresas e participações
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Graciano Espindula declarou ao TSE R$ 5 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 1,9 milhão.
Campanha a campanha
2006 · Deputado estadual · Espírito Santo · PSDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 818,5 mil62,9%
Para onde foi
- OutrosR$ 66,1 mil5%
- PessoalR$ 23,7 mil1,8%
- ServiçosR$ 21,7 mil1,6%
Quanto custou cada voto: deputado estadual, Espírito Santo, 2006
Graciano Espindula: R$ 142 por voto (mediana da disputa, R$ 29,5). Quem venceu, Ferraço, gastou R$ 10,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 142; o mais barato, R$ 10,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Graciano Espindula. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Graciano Espindula PSDBR$ 1,3 milhão · 9.362 votosR$ 142
- Elcio Alvares DEMR$ 1,3 milhão · 19.450 votosR$ 67,4
- Marcelo Coelho PSDBR$ 762 mil · 14.344 votosR$ 53,1
- Luzia Toledo PTBR$ 1,1 milhão · 21.598 votosR$ 50,5
- Alexandre Passos PTR$ 460 mil · 9.772 votosR$ 47,1
- Freitas PANR$ 561 mil · 12.838 votosR$ 43,7
- José Carlos Lyrio Rocha PSDBR$ 366 mil · 8.966 votosR$ 40,9
- Givaldo PTR$ 572 mil · 15.365 votosR$ 37,2
- Sérgio Borges MDBR$ 544 mil · 14.727 votosR$ 37
- Euclerio Sampaio PDTR$ 683 mil · 19.486 votosR$ 35
- Beib Devens PDTR$ 463 mil · 13.666 votosR$ 33,8
- Délio Iglesias MOBILIZAR$ 440 mil · 13.876 votosR$ 31,7
- Claudio Thiago PLR$ 410 mil · 13.030 votosR$ 31,5
- Glauber Coelho PLR$ 370 mil · 11.785 votosR$ 31,4
- Sargento Valter PSBR$ 459 mil · 14.989 votosR$ 30,6
- Atayde Armani DEMR$ 426 mil · 14.424 votosR$ 29,5
- Luciano Pereira PSBR$ 569 mil · 20.233 votosR$ 28,1
- Janete De Sá PSBR$ 539 mil · 21.077 votosR$ 25,6
- Aparecida Denadai PDTR$ 524 mil · 21.065 votosR$ 24,9
- Paulo Roberto MOBILIZAR$ 366 mil · 15.024 votosR$ 24,3
- César Colnago PSDBR$ 1,1 milhão · 48.122 votosR$ 23,5
- Jose Esmeraldo PDTR$ 379 mil · 16.714 votosR$ 22,7
- Marcelo Santos PTBR$ 522 mil · 23.190 votosR$ 22,5
- Vandinho PLR$ 443 mil · 20.593 votosR$ 21,5
- Rodrigo Chamoun PSBR$ 376 mil · 17.709 votosR$ 21,2
- Carlos Casteglione PTR$ 470 mil · 22.284 votosR$ 21,1
- Reginaldo Almeida PSCR$ 586 mil · 28.633 votosR$ 20,5
- Paulo Foletto PSBR$ 404 mil · 33.094 votosR$ 12,2
- Guerino Zanon MDBR$ 681 mil · 65.704 votosR$ 10,4
- Ferraço PTBR$ 622 mil · 60.931 votosR$ 10,2
Votos por real
- 2006, deputado estadual: 7,1 votos por R$ 1.000, 11% da mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 7,8 votos por R$ 1.000, 33% da mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 7 votos por R$ 1.000, 14% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.