Graça e Paz
Paulo Cesar Graça e Paz de Faria · nasceu em 1949
Graça e Paz se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PP (2002–2004), PTB (2008).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 58 anos, até o fundamental, músico. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
- 2002Deputado estadual · Rio de JaneiroPP 11500· direitasuplente8.105 votos; 211º mais votado de 1.233 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Graça e Paz teve 8.105 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 211º lugar entre 1.233 candidatos.
Recebeu votos em 61 cidades. São Gonçalo deu 35,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,3%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Graça e Paz declarou R$ 82 mil em bens, em reais de hoje.
Mais da metade (50%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2008.
Os 4 itens declarados em 2008, do maior ao menor
- Carro ford versalles ano 93/93R$ 26,7 milVeículos, barcos e aeronaves
- Lote n. 23 loteamento jardim jaconé maricáR$ 21,8 milImóveis
- Apartamento rua albano N.79 rio de janeiroR$ 16,8 milImóveis
- Apartamento rua albano N.79 bloco 2 AP. 202 rio de janeiroR$ 16,8 milImóveis
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Graça e Paz declarou ao TSE R$ 65 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 24 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · São Gonçalo (RJ) · PTB · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 17,5 mil99%
- EscritórioR$ 1851%
Quanto custou cada voto: vereador, São Gonçalo (RJ), 2008
Mediana da disputa: R$ 21,9 por voto. Quem venceu, Dr. José Luiz Nanci, gastou R$ 9,98 por voto. O voto mais caro custou R$ 121; o mais barato, R$ 9,98.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Mascarenhas PTR$ 80 mil · 660 votosR$ 121
- Rafael Do Gordo PSBR$ 596 mil · 7.313 votosR$ 81,5
- Eduardo Gordo AVANTER$ 559 mil · 9.605 votosR$ 58,2
- Alexandre Correa REPUBLICANOSR$ 110 mil · 3.132 votosR$ 35,2
- Cici Maldonado PSCR$ 75 mil · 2.804 votosR$ 26,9
- Dilvam Aguiar PDTR$ 171 mil · 7.121 votosR$ 24,1
- Lecinho MDBR$ 83 mil · 3.791 votosR$ 21,9
- Dilson Drumond PDTR$ 243 mil · 11.104 votosR$ 21,9
- Geison Do Castelo PDTR$ 81 mil · 4.090 votosR$ 19,8
- Dr. Fabio Farah AVANTER$ 147 mil · 8.667 votosR$ 17
- Ricardo Pericar PDTR$ 89 mil · 6.061 votosR$ 14,6
- Dr. José Luiz Nanci CIDADANIAR$ 94 mil · 9.391 votosR$ 9,98
Votos por real
- 2008, vereador: 86 votos por R$ 1.000, 51% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 134 votos por R$ 1.000, 83% da mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 338 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.