Gordo de Moinhos
Flavio Alves Silva · nasceu em 1973
Gordo de Moinhos se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.
Passou por 3 partidos: PTB (2004), PL (2008–2016), PSD (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 47 anos, até o fundamental, produtor agropecuário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Gordo de Moinhos declarou R$ 105,1 mil em bens, em reais de hoje: 4,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.
Declarou 4,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Gordo de MoinhosR$ 105,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Gordo de Moinhos declarou ao TSE R$ 1,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 1 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Leandro Ferreira (MG) · PSD · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Leandro Ferreira (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 8,74 por voto. Quem venceu, Verlany Do Tim Do Arisio, gastou R$ 5,75 por voto. O voto mais caro custou R$ 59; o mais barato, R$ 5,75.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cleuza Do Cezinha PSDBR$ 4,2 mil · 72 votosR$ 59
- Roberta Do Eric MDBR$ 708 · 24 votosR$ 29,5
- Preta Da Lilia MDBR$ 708 · 30 votosR$ 23,6
- Iago Do Marquinho MDBR$ 708 · 35 votosR$ 20,2
- Tim Professor PSDBR$ 2,8 mil · 182 votosR$ 15,2
- Lilian Da Dulce MDBR$ 708 · 60 votosR$ 11,8
- Tostão MDBR$ 708 · 81 votosR$ 8,74
- Ednaldo Do Posto MDBR$ 708 · 100 votosR$ 7,08
- Samuel Vitor MDBR$ 708 · 115 votosR$ 6,15
- Egnaldo Rodrigues MDBR$ 708 · 119 votosR$ 5,95
- Cilésio MDBR$ 708 · 122 votosR$ 5,80
- Verlany Do Tim Do Arisio MDBR$ 708 · 123 votosR$ 5,75
Votos por real
- 2016, vereador: 76 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 103 votos por R$ 1.000, 3,8 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 102 votos por R$ 1.000, 3,6 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 88 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.