Gomes da Farmácia
Laudemir Gomes · nasceu em 1944
Gomes da Farmácia se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Sempre pelo PTB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 64 anos, até o fundamental, vereador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Gomes da Farmácia declarou R$ 355,5 mil em bens, em reais de hoje: 5,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná.
Declarou 5,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2008.
- Gomes da FarmáciaR$ 355,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 67,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 149,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Gomes da Farmácia declarou ao TSE R$ 1,8 mil em receitas, em reais de hoje.
2008 · Vereador · Nova Olímpia (PR) · PTB · suplente
De onde veio
Para onde foi
- TransporteR$ 1.03357,4%
- Material impressoR$ 76642,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Nova Olímpia (PR), 2008
Mediana da disputa: R$ 38,6 por voto. Quem venceu, Zé Gordo, gastou R$ 12,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 523; o mais barato, R$ 12,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Érica MDBR$ 9,4 mil · 18 votosR$ 523
- Kelly MDBR$ 2,9 mil · 10 votosR$ 292
- Hélio Mecânico MDBR$ 4,5 mil · 29 votosR$ 154
- Gerson Urbano MDBR$ 4,6 mil · 57 votosR$ 81,3
- Clovis MDBR$ 8,7 mil · 138 votosR$ 62,7
- Filó MDBR$ 3,4 mil · 67 votosR$ 51,4
- João Rafael Bellido MDBR$ 7 mil · 181 votosR$ 38,6
- Zé Neto MDBR$ 12 mil · 352 votosR$ 34
- Elizeu Fagan MDBR$ 5,2 mil · 170 votosR$ 30,8
- Germano Bergamaschi MDBR$ 5,5 mil · 186 votosR$ 29,8
- Horildes PDTR$ 3 mil · 102 votosR$ 29
- Zé Gordo PTBR$ 4,9 mil · 375 votosR$ 12,9
Votos por real
- 2008, vereador: 71 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.