Gleidson Menezes
Gladson Augusto Silva Menezes · nasceu em 1964
Gleidson Menezes se candidatou em 3 eleições, de 2006 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: AGIR (2006), DC (2012–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 56 anos, superior completo, administrador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
- 2006Deputado estadual · AcreAGIR 36123· centro-direita· na urna, Gleidsonnão eleito1.807 votos; 63º mais votado de 296 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Gleidson Menezes teve 1.807 votos para deputado estadual, 0,6% dos votos válidos do estado: 63º lugar entre 296 candidatos.
Recebeu votos em 15 cidades. Rio Branco deu 73,0% deles.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Gleidson Menezes declarou ao TSE R$ 44 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 20 mil, 25% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Rio Branco (AC) · DC · não eleito
De onde veio
- PessoasR$ 11,5 mil56,5%
- PartidoR$ 3.75518,5%
- Fundo eleitoralR$ 2.82013,9%
- Outros candidatosR$ 2.24311,1%
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Rio Branco (AC), 2020
Mediana da disputa: R$ 78,5 por voto. Quem venceu, Dra. Michelle Melo, gastou R$ 27,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.005; o mais barato, R$ 27,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- João Danzicourt PTBR$ 85 mil · 85 votosR$ 1.005
- Subtenente Candeias PSLR$ 95 mil · 324 votosR$ 294
- Sâmya Domonte PSLR$ 85 mil · 406 votosR$ 209
- Raissa Moreira PSDR$ 106 mil · 684 votosR$ 155
- Pang Rocha PSDBR$ 87 mil · 855 votosR$ 101
- Keilla Carvalho PSDR$ 78 mil · 919 votosR$ 84,7
- Lene Petecão PSDR$ 140 mil · 1.789 votosR$ 78,5
- Gabriela Da Boas Novas PLR$ 191 mil · 2.717 votosR$ 70,3
- Ver. Cap. N Lima PPR$ 130 mil · 2.559 votosR$ 50,7
- Bruno Moraes REPUBLICANOSR$ 83 mil · 2.098 votosR$ 39,5
- Samir Bestene PPR$ 110 mil · 3.403 votosR$ 32,4
- Dra. Michelle Melo PDTR$ 97 mil · 3.576 votosR$ 27,1
Votos por real
- 2012, vereador: 153 votos por R$ 1.000, 5 vezes a mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 127 votos por R$ 1.000, 3,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.