Givanildo Muniz
Givanildo Muniz Dias · nasceu em 1950
Givanildo Muniz se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Passou por 3 partidos: PDT (2004), PTB (2008–2012), AGIR (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 66 anos, ensino médio, comerciante, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Givanildo Muniz declarou R$ 552,6 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 1,2 mi, já descontada a inflação.
Em 2016, não declarou nenhum bem.
Mais da metade (59%) dos candidatos a vereador em Pernambuco não declarou nenhum bem em 2012.
Os 8 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- Imovel no sitio corvao municipio de alagoa grande PBR$ 328,7 milCasa rural
- Construção de 01 predio comercial no lot 56 do loteamento…R$ 109,6 milConstrução
- Casa em construção nos lotes 15 e 17 da quadra sR$ 56,3 milConstrução
- Casa em construção no lote 14R$ 17,5 milConstrução
- Terreno localizado no sitio gorvao S/N zona rural de…R$ 17,5 milTerreno rural
- 02 Lotes de terreno n 55 e 56 denominado granja dirdeR$ 16,4 milTerreno
- 02 Lotes de tertreno n 15 e 17 quadra sR$ 4.383Terreno
- Lote 14, qd 02, loteamento morada do sol, pitimbu - PBR$ 2.191Terreno
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Givanildo Muniz declarou ao TSE R$ 110 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 48 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Timbaúba (PE) · AGIR · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 63179,6%
- ServiçosR$ 16220,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Timbaúba (PE), 2016
Mediana da disputa: R$ 38,9 por voto. Quem venceu, Conceição De Jerônimo, gastou R$ 9,50 por voto. O voto mais caro custou R$ 211; o mais barato, R$ 9,50.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Sassá PSDBR$ 26 mil · 123 votosR$ 211
- Professor Nenem AGIRR$ 25 mil · 164 votosR$ 154
- Cleiton Jerônimo PSDBR$ 25 mil · 273 votosR$ 89,9
- Eduardo Ferreira Lima MDBR$ 34 mil · 401 votosR$ 83,9
- Paulo Da Gleba DEMR$ 34 mil · 825 votosR$ 41,2
- Neto Apolinário CIDADANIAR$ 29 mil · 708 votosR$ 40,8
- Zito AGIRR$ 35 mil · 899 votosR$ 38,9
- Fellipe Vasconcelos PVR$ 40 mil · 1.265 votosR$ 32
- Nina De Marinaldo Da Geladeira PSDBR$ 25 mil · 1.024 votosR$ 24,2
- João Tubarão PSBR$ 26 mil · 1.088 votosR$ 23,5
- Balazinha PDTR$ 44 mil · 2.016 votosR$ 21,7
- Conceição De Jerônimo REPUBLICANOSR$ 23 mil · 2.414 votosR$ 9,50
Votos por real
- 2016, vereador: 327 votos por R$ 1.000, 8,7 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 22 votos por R$ 1.000, 31% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 24 votos por R$ 1.000, 51% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 35 votos por R$ 1.000, 53% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.