Givânia
Givânia Maria da Silva · nasceu em 1965
Givânia se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2018, e foi eleita em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2004.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: 2º suplente de senador, 2018, chapa eleita.
Declarou ao TSE em 2018: 52 anos, superior completo, professor e instrutor de formação profissional, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 20182º suplente de senador · PernambucoPT 130· esquerdaNa chapa de Humberto Costachapa eleita1.713.565 votos da chapa
- 20061º suplente de senador · PernambucoPT 656· centro-esquerda· na urna, Givânia SilvaNa chapa de Luciano Siqueirachapa não eleita835.980 votos da chapa
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2006, Givânia declarou R$ 74,6 mil em bens, em reais de hoje.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Givânia declarou ao TSE R$ 3,1 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Vereadora · Salgueiro (PE) · PT · eleita
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2004.
Quanto custou cada voto: vereadora, Salgueiro (PE), 2004
Mediana da disputa: R$ 8,53 por voto. Quem venceu, Prof. Antenor, gastou R$ 1,84 por voto. O voto mais caro custou R$ 42,9; o mais barato, R$ 1,84.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Raimundo Nonato (O Jovem) PTBR$ 1,6 mil · 38 votosR$ 42,9
- Antônio Pires DEMR$ 32 mil · 1.118 votosR$ 29
- Paulo Afonso DEMR$ 20 mil · 1.103 votosR$ 18,2
- Hertz Carteiro PTBR$ 1,6 mil · 132 votosR$ 12,3
- Orlando Parente DEMR$ 9 mil · 832 votosR$ 10,8
- Augusta Matias DEMR$ 13 mil · 1.463 votosR$ 8,99
- Gualberto De Cornelito DEMR$ 8,7 mil · 1.023 votosR$ 8,53
- Chicola MDBR$ 6,5 mil · 806 votosR$ 8,03
- Birunga PTBR$ 1,6 mil · 246 votosR$ 6,62
- Gumercino Do Sindicato PLR$ 1,6 mil · 269 votosR$ 6,06
- Zezinho Luiz PTBR$ 1,6 mil · 272 votosR$ 5,99
- Prof. Antenor PLR$ 1,6 mil · 887 votosR$ 1,84
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.