Apuração
Vereador · 2024 · UNIÃO

Giumar Silva

Giumar José da Silva · nasceu em 1979

Giumar Silva disputou uma eleição, em 2024, para vereador (Cordeiros (BA)), pelo UNIÃO: suplente.

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Direita, pelo partido

Pelo partidoUNIÃO+0,70← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoUNIÃO2024
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.

Declarou ao TSE em 2024: 44 anos, até o fundamental, trabalhador rural, cor preta. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    Vereador · Cordeiros (BA)
    UNIÃO 44111· direita
    suplente72 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2024, Giumar Silva declarou ao TSE R$ 2,5 mil em receitas, em reais de hoje, 100% de dinheiro público.

2024 · Vereador · Cordeiros (BA) · UNIÃO · suplente

De onde veio

R$ 2.520
100% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

Nada declarado em 2024.

Quanto custou cada voto: vereador, Cordeiros (BA), 2024

Mediana da disputa: R$ 8,98 por voto. Quem venceu, Lió, gastou R$ 3,17 por voto. O voto mais caro custou R$ 713; o mais barato, R$ 3,17.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.