Apuração
Deputado federal · 2018 · PHS

Giovani Rodrigues

Giovani Souza Rodrigues · nasceu em 1980

Giovani Rodrigues disputou uma eleição, em 2018, para deputado federal (Minas Gerais), pelo PHS: suplente.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPHS+0,39← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. federalPartidoPHS2018
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2018, suplente.

Declarou ao TSE em 2018: 38 anos, superior completo, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado federal · Minas Gerais
    PHS 3105· centro-direita
    suplente7.864 votos; 192º mais votado de 825 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Giovani Rodrigues teve 7.864 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 192º lugar entre 825 candidatos.

Recebeu votos em 173 cidades. Belo Horizonte deu 36,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 84,4%.

7.864 votos
votos para deputado federal em 2018
Cada quadrado é 1% de 7.864 votos.
  1. Belo Horizonte (MG)2.844 votos36,2%
  2. Sete Lagoas (MG)644 votos8,2%
  3. Contagem (MG)534 votos6,8%
  4. Pedro Leopoldo (MG)382 votos4,9%
  5. Matozinhos (MG)368 votos4,7%
  6. Outras 158 cidades1.225 votos15,6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Giovani Rodrigues declarou R$ 48,7 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 48,7 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 32.000 na declaração)

Declarou 32% da mediana dos candidatos a deputado federal em Minas Gerais em 2018.

  • Giovani RodriguesR$ 48,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 152,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,6 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 48,7 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2018, Giovani Rodrigues declarou ao TSE R$ 6,3 mil em receitas, em reais de hoje, 80% de dinheiro público.

2018 · Deputado federal · Minas Gerais · PHS · suplente

De onde veio

R$ 6.294
80% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.294.
  1. Outros candidatosTudo de Eleicao 2018 Rogerio Rosa Deputado EstadualR$ 2.98947,5%
  2. Fundo eleitoralTudo de Partido Humanista Da SolidariedadeR$ 2.02432,2%
  3. Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 1.13118%
  4. Próprio bolsoR$ 1512,4%

Para onde foi

R$ 1.046
O maior gasto foi com transporte: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: deputado federal, Minas Gerais, 2018

Mediana da disputa: R$ 48,9 por voto. Quem venceu, Rodrigo De Castro, gastou R$ 19,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 139; o mais barato, R$ 19,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado federal: 7.509 votos por R$ 1.000, 85 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.