Apuração
Vereador · 2020 · PODE

Giovani Mani

Giovani de Souza · nasceu em 1974

Giovani Mani se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPODE+0,33← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PL2012PSD2016CIDADANIA2020PODE← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.

Passou por 4 partidos: PL (2008), PSD (2012), CIDADANIA (2016), PODE (2020).

VereadorPartidoPLPSDCIDADANIAPODE2008201020122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 45 anos, superior completo, veterinário, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Barreiras (BA)
    PODE 19369· direita
    suplente
  2. 2016
    Vereador · Barreiras (BA)
    CIDADANIA 23000· centro
    suplente
  3. 2012
    Vereador · Barreiras (BA)
    PSD 55123· direita
    suplente1.251 votos
  4. 2008
    Vereador · Barreiras (BA)
    PL 22123· direita
    eleito1.255 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Giovani Mani declarou R$ 3 mi em bens, em reais de hoje: 416 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 8 mi, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 500 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 3 mi
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 2.080.608 na declaração)

Declarou 416 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2020.

  • Giovani ManiR$ 3 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 7.182
  • Mediana dos eleitosR$ 90,5 mil

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 3 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 9 itens declarados em 2020, do maior ao menor
  1. Construção em andamento na rua Jorge AmadoR$ 1,2 mi
    Construção
  2. Saldo em caixa em moeda corrente nacional mantido em cofre…R$ 933,7 mil
    Outros depósitos à vista e numerário
  3. Casa residencialR$ 359,1 mil
    Casa
  4. Um Veículo automóvel do tipo HiluxR$ 193,9 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. Um terreno medindo 570m²R$ 172,4 mil
    Terreno
  6. Veículo Strada ano 2010/2010R$ 47,5 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  7. Saldo Poupança Caixa Econômica FederalR$ 33,4 mil
    Outros créditos e poupança vinculada
  8. Saldo em conta corrente Banco do BrasilR$ 15 mil
    Conta corrente no país
  9. Consórcio de automóveis carta de crédito R$101.873R$ 12,7 mil
    Consórcio não contemplado

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Giovani Mani declarou ao TSE R$ 149 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 71 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Barreiras (BA) · PODE · suplente

De onde veio

R$ 17,3 mil
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 17,3 mil.
  1. PessoasR$ 8.91651,6%
  2. Próprio bolsoR$ 6.65138,5%
  3. Outros candidatosR$ 1.7079,9%

Para onde foi

R$ 10,2 mil
O maior gasto foi com material impresso: 58% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 10,2 mil.
  1. Material impressoR$ 5.88757,8%
  2. TransporteR$ 4.30242,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Barreiras (BA), 2020

Mediana da disputa: R$ 42,5 por voto. Quem venceu, Carmélia Da Mata, gastou R$ 15,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 534; o mais barato, R$ 15,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Jaires Escobar AVANTER$ 33 mil · 61 votosR$ 534
  • Sidna Hadassa AVANTER$ 53 mil · 175 votosR$ 303
  • Juarez PTBR$ 18 mil · 61 votosR$ 293
  • Estela PROSR$ 66 mil · 250 votosR$ 266
  • Enfermeira Carine Feitosa AVANTER$ 31 mil · 175 votosR$ 179
  • Beza AVANTER$ 65 mil · 830 votosR$ 78,5
  • Professora Clea AVANTER$ 20 mil · 465 votosR$ 42,5
  • Marcos Reis AVANTER$ 20 mil · 481 votosR$ 41,9
  • Professora Nilza PTR$ 26 mil · 744 votosR$ 34,9
  • Vivi Barboza PPR$ 19 mil · 663 votosR$ 28,6
  • Dra Graça DEMR$ 33 mil · 1.961 votosR$ 17
  • Carmélia Da Mata PPR$ 21 mil · 1.369 votosR$ 15,5

Votos por real

  • 2020, vereador: 52 votos por R$ 1.000, 70% da mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 44 votos por R$ 1.000, 91% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 57% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 26 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.