Gino Cesar
Gino Cesar Menezes Paiva · nasceu em 1965
Gino Cesar se candidatou em 3 eleições, de 2006 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 55 anos, superior completo, arquiteto, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
- 2006Deputado federal · AlagoasPT 1313· centro-esquerda· na urna, Gino Césarnão eleito8.380 votos; 24º mais votado de 82 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Gino Cesar teve 8.380 votos para deputado federal, 0,6% dos votos válidos do estado: 24º lugar entre 82 candidatos.
Recebeu votos em 99 cidades. Maceió deu 34,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 76,7%.
- Maceió (AL)2.867 votos34,2%
- Água Branca (AL)573 votos6,8%
- Maragogi (AL)500 votos6%
- Inhapi (AL)405 votos4,8%
- Cajueiro (AL)281 votos3,4%
- Outras 84 cidades1.949 votos23,3%
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Gino Cesar declarou R$ 538,7 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2020, o total caiu R$ 43,2 mil, já descontada a inflação.
Mais da metade (58%) dos candidatos a vereador em Alagoas não declarou nenhum bem em 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Gino Cesar declarou ao TSE R$ 101 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado federal: R$ 64 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Maceió (AL) · PT · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 12,9 mil60,8%
- Próprio bolsoR$ 2.92113,8%
- PessoasR$ 2.83013,4%
- Outros candidatosR$ 2.54712%
Para onde foi
- Material impressoR$ 5.85946%
- InternetR$ 4.85438,1%
- TransporteR$ 1.41511,1%
- Rádio, TV e vídeoR$ 5664,4%
- EscritórioR$ 410,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Maceió (AL), 2020
Mediana da disputa: R$ 43,1 por voto. Quem venceu, Kelmann, gastou R$ 29,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 271; o mais barato, R$ 29,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Professora Joaninha PSBR$ 179 mil · 658 votosR$ 271
- Barbara Do Conexão PSDR$ 283 mil · 1.582 votosR$ 179
- Teca Nelma PSDBR$ 360 mil · 4.578 votosR$ 78,6
- Heloísa Helena REDER$ 354 mil · 5.267 votosR$ 67,2
- Flávio Moreno PSLR$ 212 mil · 3.585 votosR$ 59,1
- Eduardo Canuto PODER$ 203 mil · 4.687 votosR$ 43,3
- Olívia Tenório MDBR$ 197 mil · 4.562 votosR$ 43,1
- Zé Marcio Filho PSDR$ 212 mil · 5.073 votosR$ 41,8
- Francisco Sales PSBR$ 255 mil · 6.482 votosR$ 39,4
- Aparecida Do Luiz Pedro PPR$ 182 mil · 5.386 votosR$ 33,9
- Fernando Hollanda MDBR$ 214 mil · 6.343 votosR$ 33,8
- Kelmann PODER$ 249 mil · 8.522 votosR$ 29,2
Votos por real
- 2020, vereador: 41 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 9,7 votos por R$ 1.000, 24% da mediana da disputa.
- 2006, deputado federal: 131 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.