Apuração
Vereador · 2024 · PODE

Gilvan do Mamoeiro

José Gilvan Pinheiro dos Santos · nasceu em 1976

Gilvan do Mamoeiro disputou uma eleição, em 2024, para vereador (Batalha (AL)), pelo PODE: não eleito.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPODE+0,49← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPODE2024
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, não eleito.

Declarou ao TSE em 2024: 47 anos, até o fundamental, agricultor, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    Vereador · Batalha (AL)
    PODE 20222· direita
    não eleito50 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2024, Gilvan do Mamoeiro declarou ao TSE R$ 820 em receitas, em reais de hoje, 100% de dinheiro público.

2024 · Vereador · Batalha (AL) · PODE · não eleito

De onde veio

R$ 820
100% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

Nada declarado em 2024.

Quanto custou cada voto: vereador, Batalha (AL), 2024

Mediana da disputa: R$ 7,42 por voto. Quem venceu, Bruno Batalha, gastou R$ 4,68 por voto. O voto mais caro custou R$ 32,3; o mais barato, R$ 4,68.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.