Gilvan da Saúde
Gilvan Antonio de França · nasceu em 1960
Gilvan da Saúde se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 3.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008 e 2012.
Passou por 2 partidos: CIDADANIA (2004–2012), PL (2016–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 60 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Gilvan da Saúde declarou R$ 703,9 mil em bens, em reais de hoje: 41 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 129,5 mil acima da inflação.
Declarou 41 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- Gilvan da SaúdeR$ 703,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Gilvan da Saúde declarou ao TSE R$ 245 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 80 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Embu das Artes (SP) · PL · suplente
De onde veio
Para onde foi
- PessoalR$ 8.83139,8%
- TransporteR$ 5.79526,1%
- EscritórioR$ 3.89217,5%
- EventosR$ 2.1039,5%
- Material impressoR$ 8493,8%
- Rádio, TV e vídeoR$ 7083,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Embu das Artes (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 33,2 por voto. Quem venceu, Alexandre Campos, gastou R$ 14,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 327; o mais barato, R$ 14,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Clidão REPUBLICANOSR$ 239 mil · 731 votosR$ 327
- Rosana Do Arthur REPUBLICANOSR$ 293 mil · 1.512 votosR$ 193
- Abidan Henrique PDTR$ 138 mil · 1.506 votosR$ 91,5
- Valdemar Aprigio REPUBLICANOSR$ 78 mil · 881 votosR$ 88,4
- Paixão PROSR$ 31 mil · 456 votosR$ 67,2
- Gilson Oliveira REPUBLICANOSR$ 101 mil · 2.260 votosR$ 44,5
- Edvanio Mendes PDTR$ 42 mil · 1.280 votosR$ 33,2
- Índio Silva REPUBLICANOSR$ 75 mil · 4.229 votosR$ 17,6
- Lucio Costa MDBR$ 30 mil · 1.798 votosR$ 17
- Gustavo Do Rancho PSDR$ 31 mil · 1.864 votosR$ 16,6
- Renato Oliveira MDBR$ 31 mil · 1.958 votosR$ 16,1
- Alexandre Campos PTBR$ 31 mil · 2.152 votosR$ 14,2
Votos por real
- 2020, vereador: 26 votos por R$ 1.000, 43% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 26 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 22 votos por R$ 1.000, 93% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 38 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.