Apuração
Deputado federal · 2018 · REDE

Gilvan

Gilvan Gorgonho de Medeiros · nasceu em 1956

Gilvan se candidatou em 6 eleições, de 2002 a 2018, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoREDE+0,17← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PV2004PV2008DEM2012DEM2016REDE2018REDE← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Os votos de 2018 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.

Passou por 3 partidos: PV (2002–2004), DEM (2008–2012), REDE (2016–2018).

Dep. federalVereadorPartidoPVDEMREDE’02’04’06’08’10’12’14’16’18
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna ou votos anulados
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2018, votos anulados pela Justiça Eleitoral.

Declarou ao TSE em 2018: 62 anos, superior completo, programador de computador, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado federal · Rio de Janeiro
    REDE 1822· centro
    votos anulados pela Justiça Eleitoral
  2. 2016
    Vereador · Belford Roxo (RJ)
    REDE 18999· centro
    candidatura não chegou à urna
  3. 2012
    Vereador · Belford Roxo (RJ)
    DEM 25025· direita
    não eleito
  4. 2008
    Vereador · Belford Roxo (RJ)
    DEM 25025· direita
    suplente2.123 votos
  5. 2004
    Vereador · Belford Roxo (RJ)
    PV 43610· centro-esquerda
    não eleito1.986 votos
  6. 2002
    Deputado federal · Rio de Janeiro
    PV 4356· centro-esquerda
    suplente15.996 votos; 98º mais votado de 560 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Gilvan teve 15.996 votos para deputado federal, 0,2% dos votos válidos do estado: 98º lugar entre 560 candidatos.

Recebeu votos em 62 cidades. Belford Roxo deu 68,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,7%.

15.996 votos
votos para deputado federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 15.996 votos.
  1. Belford Roxo (RJ)10.957 votos68,5%
  2. Nova Iguaçu (RJ)2.196 votos13,7%
  3. Rio de Janeiro (RJ)964 votos6%
  4. Duque de Caxias (RJ)595 votos3,7%
  5. São João de Meriti (RJ)517 votos3,2%
  6. Outras 47 cidades209 votos1,3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Gilvan declarou R$ 243,7 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 389,9 mil, já descontada a inflação.

Em 2018, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 243,7 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 150.000 na declaração)

Mais da metade (51%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2016.

Cada quadrado é 1% de R$ 243,7 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Gilvan declarou ao TSE R$ 261 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 146 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputado federal · Rio de Janeiro · REDE · votos anulados pela Justiça Eleitoral

De onde veio

R$ 10,6 mil
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 10,6 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 7.54071,4%
  2. Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 3.01628,6%

Para onde foi

R$ 7.509
O maior gasto foi com material impresso: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: deputado federal, Rio de Janeiro, 2018

Mediana da disputa: R$ 74,3 por voto. Quem venceu, Alessandro Molon, gastou R$ 9,53 por voto. O voto mais caro custou R$ 354; o mais barato, R$ 9,53.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 28 votos por R$ 1.000, 46% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado federal: 578 votos por R$ 1.000, 3,8 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.