Apuração
Prefeito · 2024 · AVANTE

Gilvam Borges

Gilvam Pinheiro Borges · nasceu em 1958

Gilvam Borges se candidatou em 7 eleições, de 2002 a 2024, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoAVANTE+0,28← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002MDB2010MDB2014MDB2016MDB2018MDB2022MDB2024AVANTE← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: MDB (2002–2022), AVANTE (2024).

GovernadorSenadorPrefeitoPartidoMDBAVANTE’02’04’06’08’10’12’14’16’18’20’22’24
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2024, não eleito.

Declarou ao TSE em 2024: 66 anos, superior completo, sociólogo, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    Prefeito · Macapá (AP)
    AVANTE 70· centro-direita
    não eleito637 votos, 0,3%
  2. 2022
    Governador · Amapá
    MDB 15· centro-direita
    não eleito4.510 votos, 1,1%
  3. 2018
    Senador · Amapá
    MDB 152· direita
    não eleito29.360 votos, 5,1%
  4. 2016
    Prefeito · Macapá (AP)
    MDB 15· centro-direita
    não eleito56.256 votos, 26,4%; 2º turno, 39,5%
  5. 2014
    Senador · Amapá
    MDB 152· centro-direita· na urna, Gilvam
    não eleito124.438 votos, 34,3%
  6. 2010
    Senador · Amapá
    MDB 152· centro
    não eleito121.015 votos, 18,6%
  7. 2002
    Senador · Amapá
    MDB 152· centro
    não eleito94.130 votos, 21,5%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Gilvam Borges declarou R$ 621,6 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2010 e 2018, o total caiu R$ 437,8 mil, já descontada a inflação.

Em 2024, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 621,6 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 408.400 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a senador no Amapá em 2018.

  • Gilvam BorgesR$ 621,6 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 441,4 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 621,6 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 6 campanhas com contas prestadas, Gilvam Borges declarou ao TSE R$ 11,2 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para senador: R$ 4,8 milhões.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2022 · Governador · Amapá · MDB · não eleito

De onde veio

R$ 600,5 mil
100% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 600,3 mil
O maior gasto foi com rádio, TV e vídeo: 60% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 600,3 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Rádio, TV e vídeoTudo de I Flexa Nunes FilhoR$ 360,3 mil60%
  2. TransporteR$ 8.7911,5%
  3. EscritórioR$ 133< 0,1%

Quanto custou cada voto: governador, Amapá, 2022

Gilvam Borges: R$ 133 por voto (mediana da disputa, R$ 18,3). Quem venceu, Clécio, gastou R$ 18,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 133; o mais barato, R$ 1,83.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Gilvam Borges. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2022, governador: 7,5 votos por R$ 1.000, 14% da mediana da disputa.
  • 2018, senador: 22 votos por R$ 1.000, 15% da mediana da disputa.
  • 2016, prefeito: 35 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2014, senador: 26 votos por R$ 1.000, 30% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.