Apuração
Deputado estadual · 2018 · PSL

Gilson Muniz

Gilson Muniz Dias · nasceu em 1943

Gilson Muniz se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2018, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSL+0,37← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PSL2004PSDB2012MDB2014PTB2018PSL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Os votos de 2014 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.

Passou por 4 partidos: PSL (2002), PSDB (2004), MDB (2012), PTB (2014), PSL (2018).

Dep. federalDep. estadualPrefeitoPartidoPSLPSDBMDBPTBPSL’02’04’06’08’10’12’14’16’18
eleitosuplente ou vicenão eleitovotos anulados
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, suplente.

Declarou ao TSE em 2018: 75 anos, superior completo, empresário, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado estadual · Pernambuco
    PSL 17123· direita
    suplente2.463 votos; 186º mais votado de 622 no estado
  2. 2014
    Deputado federal · Pernambuco
    PTB 1456· centro-direita
    votos anulados pela Justiça Eleitoral0 votos; 154º mais votado de 155 no estado
  3. 2012
    Prefeito · Timbaúba (PE)
    MDB 15· centro-direita
    não eleito0 votos, 0,0%
  4. 2004
    Prefeito · Timbaúba (PE)
    PSDB 45· centro-direita
    não eleito14.384 votos, 45,6%
  5. 2002
    Deputado estadual · Pernambuco
    PSL 17123· direita
    suplente9.623 votos; 109º mais votado de 516 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Gilson Muniz teve 2.463 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 186º lugar entre 622 candidatos.

Recebeu votos em 87 cidades. Timbaúba deu 72,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,1%.

2.463 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 2.463 votos.
  1. Timbaúba (PE)1.777 votos72,1%
  2. Recife (PE)202 votos8,2%
  3. Paulista (PE)71 votos2,9%
  4. Olinda (PE)50 votos2%
  5. Jaboatão dos Guararapes (PE)42 votos1,7%
  6. Outras 72 cidades169 votos6,9%
As outras 2 eleições para deputado
0 votos
votos para deputado federal em 2014
9.623 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 9.623 votos.
  1. Timbaúba (PE)7.401 votos76,9%
  2. Capoeiras (PE)724 votos7,5%
  3. Itaquitinga (PE)602 votos6,3%
  4. Recife (PE)131 votos1,4%
  5. Camutanga (PE)97 votos1%
  6. Outras 51 cidades194 votos2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Gilson Muniz declarou R$ 107,4 mil em bens, em reais de hoje.

Em 2018, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 107,4 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 49.000 na declaração)

Declarou 40% da mediana dos candidatos a prefeito em Pernambuco em 2012.

  • Gilson MunizR$ 107,4 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 268,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 367,4 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 107,4 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Gilson Muniz declarou ao TSE R$ 228 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 162 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputado estadual · Pernambuco · PSL · suplente

De onde veio

R$ 46,7 mil
100% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 46,7 mil.
  1. Fundo partidárioTudo de Partido Social Liberal - Comissao Provisoria EstadualR$ 24,1 mil51,6%
  2. Outros candidatosTudo de Eleicao 2018 Luciano Caldas Bivar Deputado FederalR$ 22,6 mil48,4%

Para onde foi

R$ 46,7 mil
O maior gasto foi com pessoal: 87% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 46,7 mil.
  1. Pessoal9 pessoas, não nomeadasR$ 40,7 mil87,1%
  2. Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 6.03212,9%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Pernambuco, 2018

Mediana da disputa: R$ 24,6 por voto. Quem venceu, Delegada Gleide Angelo, gastou R$ 2,04 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.238; o mais barato, R$ 2,04.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado estadual: 53 votos por R$ 1.000, 77% da mediana da disputa.
  • 2004, prefeito: 89 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 488 votos por R$ 1.000, 4 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.