Gilson Mezarobba
nasceu em 1969
Gilson Mezarobba se candidatou em 2 eleições, de 2018 a 2022, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PCO.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: 1º suplente de senador, 2022, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2022: 53 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 20221º suplente de senador · ParanáPCO 290· esquerdaNa chapa de Roberto França da Silva Juniorchapa não eleita3.402 votos da chapa
- 2018
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2022, Gilson Mezarobba declarou R$ 80,7 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2018 e 2022, o total caiu R$ 178 mil, já descontada a inflação.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2018, Gilson Mezarobba declarou ao TSE R$ 905 em receitas, em reais de hoje, 100% de dinheiro público.
2018 · Senador · Paraná · PCO · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2018.
Quanto custou cada voto: senador, Paraná, 2018
Mediana da disputa: R$ 0,55 por voto. Quem venceu, Flavio Arns, gastou R$ 0,15 por voto. O voto mais caro custou R$ 5,62; o mais barato, R$ 0,07.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados e 1 sem gasto declarado.
Ver em tabela
- Mirian Gonçalves PTR$ 3,4 milhões · 599.953 votosR$ 5,62
- Nelton PDTR$ 948 mil · 269.254 votosR$ 3,52
- Requião MDBR$ 3,1 milhões · 1.528.291 votosR$ 2,03
- Professor Oriovisto Guimaraes PODER$ 5,1 milhões · 2.957.239 votosR$ 1,72
- Alex Canziani PTBR$ 2,2 milhões · 1.304.719 votosR$ 1,68
- Compadre Luiz Adão DCR$ 54 mil · 87.438 votosR$ 0,61
- Rodrigo Reis PRTBR$ 134 mil · 243.353 votosR$ 0,55
- Rodrigo Tomazini PSOLR$ 18 mil · 35.233 votosR$ 0,51
- Jacque Parmigiani PSOLR$ 19 mil · 77.450 votosR$ 0,25
- Flavio Arns REDER$ 358 mil · 2.331.740 votosR$ 0,15
- Roselaine Barroso Ferreira PATRIOTAR$ 5,7 mil · 49.037 votosR$ 0,12
- Zé Boni PRTBR$ 19 mil · 264.518 votosR$ 0,07
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.