Gilson Melo
Gilson Martins de Melo · nasceu em 1974
Gilson Melo se candidatou em 3 eleições, de 2020 a 2024, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PSB (2020), PROS (2022), PC do B (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 50 anos, superior completo, servidor público federal, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2020, parda em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2022Deputado estadual · Minas GeraisPROS 90190· direitasuplente1.728 votos; 485º mais votado de 1.353 no estado
- 2020
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2022, Gilson Melo teve 1.728 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 485º lugar entre 1.353 candidatos.
Recebeu votos em 77 cidades. Paracatu deu 75,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,5%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Gilson Melo declarou R$ 654 mil em bens, em reais de hoje: 25 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2020 e 2024.
Declarou 25 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2024.
- Gilson MeloR$ 654 mil
- Mediana dos candidatosR$ 26,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 104,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Gilson Melo declarou ao TSE R$ 36 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para vereador: R$ 21 mil, 90% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Paracatu (MG) · PC do B · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 18,6 mil88,3%
- Próprio bolsoR$ 2.18710,4%
- Outros candidatosR$ 2831,3%
Para onde foi
- Material impressoR$ 9.82147,3%
- PessoalR$ 9.75646,9%
- Rádio, TV e vídeoR$ 6563,2%
- InternetR$ 5472,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Paracatu (MG), 2024
Mediana da disputa: R$ 127 por voto. Quem venceu, Wesley Ribeiro, gastou R$ 26,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 705; o mais barato, R$ 26,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Juliete Mendes PLR$ 23 mil · 32 votosR$ 705
- Robinho Enfermeiro PLR$ 22 mil · 45 votosR$ 484
- Marcolina Reis PLR$ 23 mil · 53 votosR$ 426
- Carol Rosa PLR$ 22 mil · 57 votosR$ 393
- Noélia Vasconcelos PLR$ 22 mil · 109 votosR$ 206
- Pastor Giovani PLR$ 26 mil · 166 votosR$ 154
- Jair Oliveira PLR$ 21 mil · 164 votosR$ 127
- Sérgio Advogado PLR$ 21 mil · 206 votosR$ 104
- Nicolas Sheldon PLR$ 38 mil · 625 votosR$ 60,5
- Dani Gardini PLR$ 23 mil · 570 votosR$ 39,6
- George Linderski PLR$ 24 mil · 663 votosR$ 36,6
- Wesley Ribeiro PLR$ 28 mil · 1.024 votosR$ 26,9
Votos por real
- 2024, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 35% da mediana da disputa.
- 2022, deputado estadual: 84 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 251 votos por R$ 1.000, 6,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.