Gílson Dobbin
Gilson Vasconcelos Dobbin · nasceu em 1964
Gílson Dobbin se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2018, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PCO.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-governador, 2018, vice na chapa.
Declarou ao TSE em 2018: 54 anos, superior completo, servidor público federal, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2014, branca em 2018. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2018
- 2014
- 2010
- 2006
- 2002
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2018, Gílson Dobbin declarou R$ 3,1 mi em bens, em reais de hoje. Entre 2010 e 2018, o total subiu R$ 1,9 mi acima da inflação.
Os 5 itens declarados em 2018, do maior ao menor
- Apartamento 303 do bloco E da SQSW 304 SudoesteR$ 1,8 miApartamento
- Apartamento 102 do bloco O da SQS 412 Asa SulR$ 761 milApartamento
- Apartamento 202 do bloco ER$ 304,4 milApartamento
- 1/4 de apartamento 203 do Edifício Ipanema Ville Residence…R$ 188,7 milApartamento
- Veículo Fiat Doblo HLX 1.8 FLEX 2011/2011R$ 45,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2010, Gílson Dobbin declarou ao TSE R$ 1,8 mil em receitas, em reais de hoje.
2010 · Senador · Distrito Federal · PCO · candidatura não chegou à urna
De onde veio
- Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 1.28371,4%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: senador, Distrito Federal, 2010
Mediana da disputa: R$ 1,70 por voto. Quem venceu, Rollemberg, gastou R$ 4,34 por voto. O voto mais caro custou R$ 5,57; o mais barato, R$ 0,11.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Cristovam Buarque PDTR$ 4,6 milhões · 833.480 votosR$ 5,57
- Rollemberg PSBR$ 3,2 milhões · 738.575 votosR$ 4,34
- Robson PSTUR$ 16 mil · 3.804 votosR$ 4,25
- Alberto Fraga DEMR$ 1,1 milhão · 511.517 votosR$ 2,12
- Chico Sant Anna PSOLR$ 28 mil · 16.486 votosR$ 1,70
- Jorge Antunes PSOLR$ 16 mil · 21.287 votosR$ 0,75
- Moacir Bueno PVR$ 33 mil · 46.735 votosR$ 0,71
- Cadu Valadares PVR$ 5,8 mil · 54.245 votosR$ 0,11
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.