Apuração
Vice-governador · 2018 · PCO

Gílson Dobbin

Gilson Vasconcelos Dobbin · nasceu em 1964

Gílson Dobbin se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2018, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPCO−0,92← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PCO2006PCO2010PCO2014PCO2018PCO← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PCO.

Vice-gov.SenadorPartidoPCO’02’04’06’08’10’12’14’16’18
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna ou votos anulados
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-governador, 2018, vice na chapa.

Declarou ao TSE em 2018: 54 anos, superior completo, servidor público federal, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2014, branca em 2018. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Vice-governador · Distrito Federal
    PCO 29· esquerda
    vice na chapa
  2. 2014
    Vice-governador · Distrito Federal
    PCO 29· esquerda· na urna, Gilson Dobbin
    vice na chapa
  3. 2010
    Senador · Distrito Federal
    PCO 290· esquerda· na urna, Gilson Dobbin
    candidatura não chegou à urna
  4. 2006
    Senador · Distrito Federal
    PCO 290· esquerda
    não eleito1.363 votos, 0,1%
  5. 2002
    Senador · Distrito Federal
    PCO 290· esquerda· na urna, Gilson Dobbin
    não eleito2.329 votos, 0,1%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Gílson Dobbin declarou R$ 3,1 mi em bens, em reais de hoje. Entre 2010 e 2018, o total subiu R$ 1,9 mi acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 100 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 3,1 mi
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 2.054.000 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 3,1 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2018, do maior ao menor
  1. Apartamento 303 do bloco E da SQSW 304 SudoesteR$ 1,8 mi
    Apartamento
  2. Apartamento 102 do bloco O da SQS 412 Asa SulR$ 761 mil
    Apartamento
  3. Apartamento 202 do bloco ER$ 304,4 mil
    Apartamento
  4. 1/4 de apartamento 203 do Edifício Ipanema Ville Residence…R$ 188,7 mil
    Apartamento
  5. Veículo Fiat Doblo HLX 1.8 FLEX 2011/2011R$ 45,7 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2010, Gílson Dobbin declarou ao TSE R$ 1,8 mil em receitas, em reais de hoje.

2010 · Senador · Distrito Federal · PCO · candidatura não chegou à urna

De onde veio

R$ 1.796
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.796. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 1.28371,4%

Para onde foi

R$ 1.796
O maior gasto foi com outros: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: senador, Distrito Federal, 2010

Mediana da disputa: R$ 1,70 por voto. Quem venceu, Rollemberg, gastou R$ 4,34 por voto. O voto mais caro custou R$ 5,57; o mais barato, R$ 0,11.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.

Ver em tabela

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.