Gilson
Gilson José dos Santos · nasceu em 1967
Gilson se candidatou em 5 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PSB (2008), PDT (2010–2016), PROS (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 53 anos, até o fundamental, comerciante, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2010Deputado estadual · GoiásPDT 12612· centro-esquerdasuplente1.086 votos; 247º mais votado de 539 no estado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Gilson teve 1.086 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 247º lugar entre 539 candidatos.
Recebeu votos em 20 cidades. Santo Antônio do Descoberto deu 92,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,5%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Gilson declarou R$ 70,4 mil em bens, em reais de hoje: 2,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 99,5 mil, já descontada a inflação.
Declarou 2,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2020.
- GilsonR$ 70,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 28,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 134,3 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Gilson declarou ao TSE R$ 147 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 125 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Santo Antônio do Descoberto (GO) · PROS · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 3.32643,2%
- Próprio bolsoR$ 2.85037,1%
- Outros candidatosR$ 1.51419,7%
Para onde foi
- PessoalR$ 2.76062,3%
- Material impressoR$ 1.39031,4%
- EscritórioR$ 2836,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Santo Antônio do Descoberto (GO), 2020
Mediana da disputa: R$ 31,6 por voto. Quem venceu, Iago Enrique, gastou R$ 13,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 109; o mais barato, R$ 13,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Delegado Federal Reniton PSLR$ 12 mil · 108 votosR$ 109
- Dr Rafael Feitosa PLR$ 7,6 mil · 146 votosR$ 52,2
- Walteir REPUBLICANOSR$ 21 mil · 464 votosR$ 45,8
- Luis Teixeira PSLR$ 11 mil · 248 votosR$ 42,6
- Meiranny PPR$ 17 mil · 458 votosR$ 37,6
- Paulo Muniz REPUBLICANOSR$ 16 mil · 460 votosR$ 33,8
- Flávio Santos REPUBLICANOSR$ 12 mil · 368 votosR$ 31,6
- Edivaldo Tubarão PODER$ 11 mil · 337 votosR$ 31,5
- Nenem Civil PPR$ 9,9 mil · 327 votosR$ 30,3
- Marcelo Vovô PODER$ 8,3 mil · 316 votosR$ 26,2
- Idelci Lopes REPUBLICANOSR$ 7,8 mil · 384 votosR$ 20,3
- Iago Enrique PODER$ 8,3 mil · 594 votosR$ 13,9
Votos por real
- 2020, vereador: 34 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 170 votos por R$ 1.000, 4,8 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 25 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 8,7 votos por R$ 1.000, 30% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.