Apuração
Vereador · 2020 · MDB

Gilson

Gilson Antonio Romano · nasceu em 1960

Gilson se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,26← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008MDB2012MDB2016MDB2020MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2012.

Sempre pelo MDB.

PrefeitoVereadorPartidoMDB2008201020122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 60 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Rio Negro (MS)
    MDB 15555· centro-direita
    não eleito115 votos
  2. 2016
    Prefeito · Rio Negro (MS)
    MDB 15· centro-direita· na urna, Dr. Gilson
    não eleito1.514 votos, 45,8%
  3. 2012
    Prefeito · Rio Negro (MS)
    MDB 15· centro-direita· na urna, Dr. Gilson
    eleito2.032 votos, 58,9%
  4. 2008
    Prefeito · Rio Negro (MS)
    MDB 15· centro· na urna, Dr Gilson
    não eleito1.525 votos, 44,4%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Gilson declarou R$ 300,6 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 176,5 mil acima da inflação.

Em 2020, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 300,6 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 185.000 na declaração)

Declarou 46% da mediana dos candidatos a prefeito em Mato Grosso do Sul em 2016.

  • GilsonR$ 300,6 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 654,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 865,1 mil

Cada quadrado, R$ 25 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 300,6 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Gilson declarou ao TSE R$ 283 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para prefeito: R$ 166 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Rio Negro (MS) · MDB · não eleito

De onde veio

R$ 180
100% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

Nada declarado em 2020.

Quanto custou cada voto: vereador, Rio Negro (MS), 2020

Mediana da disputa: R$ 28,1 por voto. Quem venceu, Nenê Do Zé Relojeiro, gastou R$ 0,68 por voto. O voto mais caro custou R$ 220; o mais barato, R$ 0,68.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados e 3 sem gasto declarado.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, prefeito: 19 votos por R$ 1.000, 70% da mediana da disputa.
  • 2012, prefeito: 53 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
  • 2008, prefeito: 9,2 votos por R$ 1.000, 73% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.