Gilson
Gilson Antonio Romano · nasceu em 1960
Gilson se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2012.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 60 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Gilson declarou R$ 300,6 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 176,5 mil acima da inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 46% da mediana dos candidatos a prefeito em Mato Grosso do Sul em 2016.
- GilsonR$ 300,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 654,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 865,1 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Gilson declarou ao TSE R$ 283 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para prefeito: R$ 166 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Rio Negro (MS) · MDB · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Rio Negro (MS), 2020
Mediana da disputa: R$ 28,1 por voto. Quem venceu, Nenê Do Zé Relojeiro, gastou R$ 0,68 por voto. O voto mais caro custou R$ 220; o mais barato, R$ 0,68.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados e 3 sem gasto declarado.
Ver em tabela
- Celize Gomes PPR$ 2,2 mil · 10 votosR$ 220
- Marcão PSDBR$ 2,1 mil · 26 votosR$ 81,6
- Marlene Da Feira PSDR$ 793 · 13 votosR$ 61
- Núbia Vitória PSDBR$ 3 mil · 99 votosR$ 30,3
- Evaldo Paes PSDR$ 6,9 mil · 247 votosR$ 28,1
- Professora Fabricia PSDBR$ 849 · 206 votosR$ 4,12
- Nair Oliveira PSDBR$ 211 · 214 votosR$ 0,99
- Nenê Do Zé Relojeiro PSDR$ 202 · 297 votosR$ 0,68
Votos por real
- 2016, prefeito: 19 votos por R$ 1.000, 70% da mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 53 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 9,2 votos por R$ 1.000, 73% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.