Apuração
Vereador · 2024 · PL

Gilson Diniz

Gilson José Diniz Coelho · nasceu em 1960

Gilson Diniz se candidatou em 7 eleições, de 2002 a 2024, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,58← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PL2004PT2008PSC2012PSC2016PSC2020PSC2024PL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: PL (2002), PT (2004), PSC (2008–2020), PL (2024).

Dep. federalPrefeitoVereadorPartidoPLPTPSCPL’02’04’06’08’10’12’14’16’18’20’22’24
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.

Declarou ao TSE em 2024: 64 anos, ensino médio, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    PL 22000· direita
    suplente
  2. 2020
    PSC 20· direita· na urna, Gilson
    não eleito39 votos, 0,8%
  3. 2016
    PSC 20· direita
    não eleito178 votos, 3,8%
  4. 2012
    PSC 20· direita
    não eleito239 votos, 5,3%
  5. 2008
    PSC 20· direita
    não eleito402 votos, 9,1%
  6. 2004
    PT 13· centro-esquerda
    não eleito74 votos, 1,7%
  7. 2002
    Deputado federal · Minas Gerais
    PL 2231· direita· na urna, Cabo Gilson
    suplente1.584 votos; 249º mais votado de 415 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Gilson Diniz teve 1.584 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 249º lugar entre 415 candidatos.

Recebeu votos em 251 cidades. Desterro de Entre Rios deu 28,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 67,4%.

1.584 votos
votos para deputado federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 1.584 votos.
  1. Desterro de Entre Rios (MG)448 votos28,3%
  2. Belo Horizonte (MG)377 votos23,8%
  3. Resende Costa (MG)49 votos3,1%
  4. Contagem (MG)31 votos2%
  5. Juiz de Fora (MG)27 votos1,7%
  6. Outras 236 cidades517 votos32,6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2024, Gilson Diniz declarou R$ 3,6 mi em bens, em reais de hoje: 137 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 3,4 mi acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 100 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 3,6 mi
em bens declarados em 2024, em reais de setembro de 2026 (R$ 3.295.500 na declaração)

Declarou 137 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2024.

  • Gilson DinizR$ 3,6 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 26,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 104,9 mil

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 3,6 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 9 itens declarados em 2024, do maior ao menor
  1. Imóvel Rural em Desterro de Entre RiosR$ 2 mi
    Terreno rural
  2. Casa em Belo HorizonteR$ 994,2 mil
    Casa
  3. Lote em Desterro de Entre RiosR$ 243 mil
    Terreno
  4. 55 Cabeças de GadoR$ 212,7 mil
    Rebanho e animais
  5. Pick-up Nissan Frontier 2005R$ 66,3 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  6. Nissan Sentra 2012R$ 43,1 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  7. Caminhão 1976R$ 42 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  8. Prisma 2010R$ 28,7 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  9. Fusca 1973R$ 22,1 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 6 campanhas com contas prestadas, Gilson Diniz declarou ao TSE R$ 67 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 39 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2024 · Vereador · Desterro de Entre Rios (MG) · PL · suplente

De onde veio

R$ 341
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 341.
  1. Próprio bolsoR$ 17952,7%
  2. Outros candidatosR$ 16147,3%

Para onde foi

R$ 179
O maior gasto foi com material impresso: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Desterro de Entre Rios (MG), 2024

Mediana da disputa: R$ 5,47 por voto. Quem venceu, Neva, gastou R$ 2,13 por voto. O voto mais caro custou R$ 14; o mais barato, R$ 2,13.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2024, vereador: 22 votos por R$ 1.000, 25% da mediana da disputa.
  • 2020, prefeito: 15 votos por R$ 1.000, 34% da mediana da disputa.
  • 2016, prefeito: 16 votos por R$ 1.000, 17% da mediana da disputa.
  • 2012, prefeito: 6,2 votos por R$ 1.000, 34% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.