Gilmara Fiorentin
Gilmara Salete Fiorentin · nasceu em 1971
Gilmara Fiorentin disputou uma eleição, em 2016, para vereadora (Matelândia (PR)), pelo MDB: suplente.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 45 anos, superior completo, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Gilmara Fiorentin declarou R$ 188,1 mil em bens, em reais de hoje: 4,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná.
Declarou 4,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2016.
- Gilmara FiorentinR$ 188,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 42,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 170,3 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Gilmara Fiorentin declarou ao TSE R$ 2,7 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereadora · Matelândia (PR) · MDB · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 1.50355%
- Próprio bolsoR$ 1.23145%
Para onde foi
- TransporteR$ 1.31047,9%
- PessoalR$ 85731,3%
- Material impressoR$ 56720,7%
Quanto custou cada voto: vereadora, Matelândia (PR), 2016
Mediana da disputa: R$ 24,1 por voto. Quem venceu, Rafael Felisberto, gastou R$ 8,86 por voto. O voto mais caro custou R$ 66,2; o mais barato, R$ 8,86.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Domingos Pandolfo PPR$ 15 mil · 228 votosR$ 66,2
- Professor Claudesir Rech MDBR$ 11 mil · 206 votosR$ 55,6
- Aldair PLR$ 11 mil · 228 votosR$ 46,4
- Zoinho PPR$ 6,1 mil · 150 votosR$ 40,4
- Eloi Do Espetinho DEMR$ 6 mil · 155 votosR$ 38,6
- Nei Gasparin PPR$ 8,2 mil · 272 votosR$ 30,2
- Jebson Bozio - Jeb DEMR$ 7,3 mil · 301 votosR$ 24,1
- Gabriel Cadini PLR$ 11 mil · 559 votosR$ 19,9
- Carlos Caon PSCR$ 6,1 mil · 315 votosR$ 19,2
- Celso Gregorio PSDBR$ 7,2 mil · 484 votosR$ 14,9
- Adilto Caon MDBR$ 8,2 mil · 647 votosR$ 12,6
- Rafael Felisberto PPR$ 6 mil · 675 votosR$ 8,86
Votos por real
- 2016, vereadora: 75 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.