Gilmar Vicentin
Gilmar de Almeida Vicentin · nasceu em 1975
Gilmar Vicentin se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 2.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2020.
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 45 anos, ensino médio, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2010Deputado federal · Mato Grosso do SulPDT 1212· centro-esquerda· na urna, Gilmar Vicentimsuplente9.859 votos; 20º mais votado de 67 no estado
- 2008Vice-prefeito · Amambai (MS)PDT 15· centro-esquerda· na urna, Gilmar VicentimNa chapa de Sergio Barbosachapa não eleita8.211 votos da chapa, 48,0%
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Gilmar Vicentin teve 9.859 votos para deputado federal, 0,8% dos votos válidos do estado: 20º lugar entre 67 candidatos.
Recebeu votos em 72 cidades. Amambai deu 78,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,5%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Gilmar Vicentin declarou R$ 5,2 mi em bens, em reais de hoje: 189 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 4,1 mi acima da inflação.
Declarou 189 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2020.
- Gilmar VicentinR$ 5,2 mi
- Mediana dos candidatosR$ 27,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil
Cada quadrado, R$ 200 mil.
Os 16 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- 100% das quotas de capital da sociedade empresarial ltdaR$ 2,2 miQuotas ou quinhões de capital
- Imóvel rural: 50% de um imóvel ruralR$ 1,1 miOutros bens imóveis rural
- 50% de um lote urbanoR$ 359,1 milTerreno
- 100% das quotas da empresa individual de responsabilidade…R$ 359,1 milQuotas ou quinhões de capital
- 50% de um imóvel ruralR$ 287,3 milTerra nua
- 33,33% de um lote urbano, no município de Amambai, com…R$ 215,5 milTerreno
- 50% de um lote urbanoR$ 143,6 milTerreno
- Caminhonete hilux cd 4X4 srR$ 114,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Caminhão Ford F-12000R$ 93,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Caminhão Ford F-12000R$ 86,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Depósito bancário no banco bradescoR$ 61,1 milConta corrente no país
- 50% de um lote urbanoR$ 57,5 milTerreno
- DinheiroR$ 51,7 milDinheiro em espécie
- 25% de um lote urbanoR$ 35,9 milTerreno
- 25% de um lote urbanoR$ 35,9 milTerreno
- Triciclo fabricação própriaR$ 28,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Gilmar Vicentin declarou ao TSE R$ 964 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 469 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Amambai (MS) · PDT · eleito
De onde veio
- Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 12,7 mil59,3%
- Próprio bolsoR$ 8.49139,5%
- PartidoR$ 2661,2%
Para onde foi
- Pessoal4 pessoas, não nomeadasR$ 3.39622,9%
- InternetTudo de Meta (Facebook, Instagram)R$ 2.12314,3%
- TransporteR$ 1.82312,3%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.1327,6%
- ServiçosR$ 9916,7%
- EscritórioR$ 1981,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Amambai (MS), 2020
Gilmar Vicentin: R$ 42,9 por voto (mediana da disputa, R$ 41,6). Quem venceu, Janete Córdoba, gastou R$ 27,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 72,5; o mais barato, R$ 27,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Gilmar Vicentin. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Geverson Vicentim PDTR$ 16 mil · 227 votosR$ 72,5
- Fernando Fischer DEMR$ 16 mil · 234 votosR$ 70,2
- Cynthia Escobar PSLR$ 16 mil · 260 votosR$ 63,4
- Deivid Nicoline DEMR$ 28 mil · 456 votosR$ 61,4
- Prego PSDBR$ 39 mil · 686 votosR$ 56,4
- Gilmar Vicentin PDTR$ 15 mil · 346 votosR$ 42,9
- Roberto Dias PSDBR$ 12 mil · 295 votosR$ 41,6
- Odil Puques DEMR$ 22 mil · 565 votosR$ 38,4
- Gustavo Baiano PSLR$ 14 mil · 386 votosR$ 36,6
- Valter Brito DEMR$ 20 mil · 645 votosR$ 31,5
- Darci PSDBR$ 13 mil · 469 votosR$ 28,5
- Janete Córdoba PSDBR$ 28 mil · 1.035 votosR$ 27,4
Votos por real
- 2020, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 90% da mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 19 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 13 votos por R$ 1.000, 73% da mediana da disputa.
- 2010, deputado federal: 58 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.