Gilmar Sartori Capobiango
Gilmar Capobiango Lott · nasceu em 1960
Gilmar Sartori Capobiango se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 3 partidos: PP (2004), PDT (2008), PATRIOTA (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 60 anos, ensino médio, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Gilmar Sartori Capobiango declarou R$ 163,9 mil em bens, em reais de hoje: 7,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 28,9 mil, já descontada a inflação.
Declarou 7,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Gilmar Sartori CapobiangoR$ 163,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 6 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Uma caminhonhete Mitshubishi L200 2012 Placa HIT-6166R$ 67,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- 50% de um lote localizado na Rua Epitácio SilvaR$ 57,5 milTerreno
- Uma motocicleta CG Fan 160 2016 Placa PJZ-8614R$ 12,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Dinheiro em mãosR$ 11,5 milDinheiro em espécie
- 40% de capital da empresa CNPJ 04717428/0001-00R$ 8.619Outras participações societárias
- Saldo poupança Banco do Brasil Ag. 3830-xR$ 6.608Caderneta de poupança
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Gilmar Sartori Capobiango declarou ao TSE R$ 5,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 2,7 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Guiricema (MG) · PATRIOTA · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 33352,7%
- Outros candidatosR$ 29947,3%
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Guiricema (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 17,5 por voto. Quem venceu, Zé Do Vico, gastou R$ 3,08 por voto. O voto mais caro custou R$ 120; o mais barato, R$ 3,08.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Zé Davi SOLIDARIEDADER$ 3,8 mil · 32 votosR$ 120
- Fernanda Fisioterapeuta PSCR$ 7,8 mil · 77 votosR$ 101
- Aparecida Vieira PTR$ 1,2 mil · 18 votosR$ 66
- Mauro Florentino PATRIOTAR$ 2,2 mil · 84 votosR$ 25,9
- Edvan Angelo PSLR$ 1,9 mil · 95 votosR$ 20,3
- Edilene Peron PTR$ 1,1 mil · 60 votosR$ 17,7
- Jose Antonio Paiol PSLR$ 3 mil · 174 votosR$ 17,5
- Tatiana Lopes PSDBR$ 750 · 74 votosR$ 10,1
- Zeze Cola SOLIDARIEDADER$ 693 · 112 votosR$ 6,19
- Jósi Oliveira PSDBR$ 1,1 mil · 184 votosR$ 6,00
- Zé Adilson PTR$ 1,6 mil · 308 votosR$ 5,05
- Zé Do Vico PSLR$ 576 · 187 votosR$ 3,08
Votos por real
- 2008, vereador: 95 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 92 votos por R$ 1.000, 90% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.