Gilmar Nunes
Gilmar Nunes de Macedo · nasceu em 1973
Gilmar Nunes se candidatou em 5 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 4 partidos: PTB (2008), PSB (2012), MDB (2016–2018), REPUBLICANOS (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 47 anos, ensino médio, vereador, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2018. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2018
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Gilmar Nunes teve 3.049 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 200º lugar entre 797 candidatos.
Recebeu votos em 33 cidades. Santo Antônio do Descoberto deu 95,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,2%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Gilmar Nunes declarou R$ 110,6 mil em bens, em reais de hoje: 3,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 101,2 mil acima da inflação.
Declarou 3,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2020.
- Gilmar NunesR$ 110,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 28,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 134,3 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Gilmar Nunes declarou ao TSE R$ 10 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 5,1 mil, 56% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Santo Antônio do Descoberto (GO) · REPUBLICANOS · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 2.83056%
- Próprio bolsoR$ 2.22644%
Para onde foi
- Material impressoR$ 2.22299,8%
- EscritórioR$ 40,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Santo Antônio do Descoberto (GO), 2020
Mediana da disputa: R$ 31,6 por voto. Quem venceu, Iago Enrique, gastou R$ 13,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 109; o mais barato, R$ 13,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Delegado Federal Reniton PSLR$ 12 mil · 108 votosR$ 109
- Dr Rafael Feitosa PLR$ 7,6 mil · 146 votosR$ 52,2
- Walteir REPUBLICANOSR$ 21 mil · 464 votosR$ 45,8
- Luis Teixeira PSLR$ 11 mil · 248 votosR$ 42,6
- Meiranny PPR$ 17 mil · 458 votosR$ 37,6
- Paulo Muniz REPUBLICANOSR$ 16 mil · 460 votosR$ 33,8
- Flávio Santos REPUBLICANOSR$ 12 mil · 368 votosR$ 31,6
- Edivaldo Tubarão PODER$ 11 mil · 337 votosR$ 31,5
- Nenem Civil PPR$ 9,9 mil · 327 votosR$ 30,3
- Marcelo Vovô PODER$ 8,3 mil · 316 votosR$ 26,2
- Idelci Lopes REPUBLICANOSR$ 7,8 mil · 384 votosR$ 20,3
- Iago Enrique PODER$ 8,3 mil · 594 votosR$ 13,9
Votos por real
- 2020, vereador: 127 votos por R$ 1.000, 4,2 vezes a mediana da disputa.
- 2018, deputado estadual: 2.696 votos por R$ 1.000, 56 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 366 votos por R$ 1.000, 10 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 278 votos por R$ 1.000, 10 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.