Gilmar Negão
Gilmar Azevedo da Cunha · nasceu em 1974
Gilmar Negão se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2020 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
Sempre pelo REPUBLICANOS.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, votos anulados pela Justiça Eleitoral.
Declarou ao TSE em 2020: 46 anos, ensino médio, vendedor pracista, representante, caixeiro-viajante e assemelhados, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Gilmar Negão declarou R$ 81,2 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Mais da metade (51%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2016.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Gilmar Negão declarou ao TSE R$ 18 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 18 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Araruama (RJ) · REPUBLICANOS · votos anulados pela Justiça Eleitoral
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Araruama (RJ), 2020
Mediana da disputa: R$ 21,6 por voto. Quem venceu, Aridinho, gastou R$ 11,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 137; o mais barato, R$ 11,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Dezinho Corrêa AVANTER$ 71 mil · 518 votosR$ 137
- Zé Antonio Da Agrijar PSCR$ 54 mil · 1.002 votosR$ 53,7
- Magno Dheco PPR$ 46 mil · 1.146 votosR$ 40,1
- Roberta Barreto DEMR$ 71 mil · 2.153 votosR$ 32,9
- Armando Polati PLR$ 18 mil · 561 votosR$ 31,5
- Amigo Walmir PPR$ 42 mil · 1.946 votosR$ 21,6
- Thiago Moura CIDADANIAR$ 26 mil · 1.391 votosR$ 18,5
- Nelsinho Do Som PSCR$ 21 mil · 1.411 votosR$ 14,6
- Ver Rodolfo Buda PSCR$ 19 mil · 1.298 votosR$ 14,4
- Ver Julio Cesar Coutinho PSCR$ 23 mil · 1.846 votosR$ 12,4
- Aridinho DEMR$ 18 mil · 1.608 votosR$ 11,4
Votos por real
- 2016, vereador: 39 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.