Apuração
Vereador · 2020 · PODE

Gilmar de Hugo

Gilmar Paulo dos Santos Penedo · nasceu em 1958

Gilmar de Hugo se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPODE+0,58← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MDB2008DEM2012DEM2016DEM2020PODE← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.

Passou por 3 partidos: MDB (2004), DEM (2008–2016), PODE (2020).

VereadorPartidoMDBDEMPODE’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 62 anos, até o fundamental, representante comercial, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    PODE 19888· direita
    suplente
  2. 2016
    DEM 25123· direita· na urna, Gilmar
    suplente
  3. 2012
    DEM 25123· direita
    suplente177 votos
  4. 2008
    DEM 25678· direita
    eleito287 votos
  5. 2004
    MDB 15678· centro
    suplente274 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Gilmar de Hugo declarou R$ 3.249 em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 320,3 mil, já descontada a inflação.

Em 2020, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 3.249
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 2.000 na declaração)

Declarou 11% da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.

  • Gilmar de HugoR$ 3.249
  • Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 3.249. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Gilmar de Hugo declarou ao TSE R$ 17 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 6,5 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Virgem da Lapa (MG) · PODE · suplente

De onde veio

R$ 439
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 439.
  1. PessoasR$ 42596,8%
  2. Próprio bolsoR$ 143,2%

Para onde foi

R$ 439
O maior gasto foi com material impresso: 97% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 439.
  1. Material impressoR$ 42596,8%
  2. EscritórioR$ 143,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Virgem da Lapa (MG), 2020

Mediana da disputa: R$ 15,5 por voto. Quem venceu, Neto De Tó, gastou R$ 6,49 por voto. O voto mais caro custou R$ 95,4; o mais barato, R$ 6,49.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, vereador: 120 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 76 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 30 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 44 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.