Gilmar Pereira
nasceu em 1972
Gilmar Pereira se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 4.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008, 2016 e 2024.
Passou por 2 partidos: PTB (2004–2016), PP (2020–2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 51 anos, superior completo, assistente social, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Gilmar Pereira declarou R$ 856,1 mil em bens, em reais de hoje: 32 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 755 mil acima da inflação.
Declarou 32 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2024.
- Gilmar PereiraR$ 856,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 26,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 104,9 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Os 4 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- CasaR$ 552,3 milCasa
- Terra ruralR$ 165,7 milTerra nua
- TerrenoR$ 110,5 milTerreno
- CarroR$ 27,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Gilmar Pereira declarou ao TSE R$ 130 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para prefeito: R$ 73 mil, 49% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Camanducaia (MG) · PP · eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Progressistas - Brasil - Br - NacionalR$ 14,2 mil83,6%
- Próprio bolsoR$ 2.62515,4%
- Outros candidatosR$ 1590,9%
Para onde foi
- Pessoal5 pessoas, não nomeadasR$ 4.86730,6%
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 4.37527,5%
- TransporteR$ 5803,6%
- OutrosR$ 3282,1%
- EscritórioR$ 420,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Camanducaia (MG), 2024
Gilmar Pereira: R$ 47,9 por voto (mediana da disputa, R$ 63,1). Quem venceu, Leandro Do Jaguary, gastou R$ 12,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 228; o mais barato, R$ 12,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Gilmar Pereira. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Camila Goulart NOVOR$ 11 mil · 49 votosR$ 228
- Ismael Do Anjinho PSDBR$ 6,3 mil · 51 votosR$ 124
- Dr José Anderson PSDBR$ 22 mil · 316 votosR$ 69,3
- Carlinhos Mota PLR$ 12 mil · 182 votosR$ 68,2
- João Carlos Chesman MDBR$ 11 mil · 170 votosR$ 64,3
- Angélica Massini PLR$ 11 mil · 172 votosR$ 63,6
- Leandro Do Villa Amarela PSDR$ 21 mil · 338 votosR$ 63,1
- Gilmar Pereira PPR$ 16 mil · 332 votosR$ 47,9
- Carlinho Do Esporte PDTR$ 13 mil · 306 votosR$ 41,1
- Zico MDBR$ 8,7 mil · 246 votosR$ 35,5
- Shirley Enfermeira PSDR$ 6,5 mil · 417 votosR$ 15,5
- Leandro Do Jaguary MDBR$ 7,3 mil · 595 votosR$ 12,2
Votos por real
- 2024, vereador: 21 votos por R$ 1.000, 38% da mediana da disputa.
- 2020, prefeito: 16 votos por R$ 1.000, 72% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 85 votos por R$ 1.000, 77% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 13 votos por R$ 1.000, 66% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.