Gilmar Carteiro
Gilmar Vieira Flores · nasceu em 1960
Gilmar Carteiro se candidatou em 7 eleições, de 2002 a 2024, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 64 anos, superior completo, servidor público federal, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2008
- 2006Deputado estadual · Minas GeraisPT 13313· centro-esquerdasuplente9.046 votos; 196º mais votado de 852 no estado
- 2004
- 2002Deputado estadual · Minas GeraisPT 13313· centro-esquerdasuplente8.467 votos; 230º mais votado de 725 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Gilmar Carteiro teve 9.046 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 196º lugar entre 852 candidatos.
Recebeu votos em 242 cidades. Monte Carmelo deu 78,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 90,9%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Gilmar Carteiro declarou R$ 5.746 em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2020, o total caiu R$ 13,6 mil, já descontada a inflação.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Declarou 27% da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Gilmar CarteiroR$ 5.746
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Gilmar Carteiro declarou ao TSE R$ 99 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para prefeito: R$ 91 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Monte Carmelo (MG) · PT · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 2.73364,4%
- Fundo eleitoralR$ 1.50835,6%
Para onde foi
Nada declarado em 2024.
Quanto custou cada voto: vereador, Monte Carmelo (MG), 2024
Mediana da disputa: R$ 15,8 por voto. Quem venceu, Amir Campos Batata, gastou R$ 11,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 109; o mais barato, R$ 6,53.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ana Paula MDBR$ 11 mil · 101 votosR$ 109
- Israelita PPR$ 8,2 mil · 133 votosR$ 61,7
- Daniel Betim PPR$ 8,2 mil · 157 votosR$ 52,2
- Ademir Shopcell PTR$ 7,9 mil · 162 votosR$ 48,8
- Marcilene Vieira MDBR$ 3,3 mil · 75 votosR$ 44,2
- Flávia Galante AVANTER$ 27 mil · 764 votosR$ 35,3
- Simone Teles PSDR$ 11 mil · 711 votosR$ 15,8
- Cabo Souza PSDBR$ 5,3 mil · 391 votosR$ 13,5
- Amir Campos Batata PSDR$ 11 mil · 942 votosR$ 11,6
- Pernambuco MDBR$ 4,1 mil · 471 votosR$ 8,77
- Carlos Da Saude REPUBLICANOSR$ 5,3 mil · 720 votosR$ 7,30
- Soraya Do Hospital MDBR$ 3,5 mil · 536 votosR$ 6,53
Votos por real
- 2020, vereador: 222 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 85 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.