Gilmar - Bim
Gilmar Leonel da Costa · nasceu em 1972
Gilmar - Bim se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2024, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: MDB (2016), PL (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 52 anos, até o fundamental, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Gilmar - Bim declarou R$ 239,7 mil em bens, em reais de hoje: 9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2016 e 2024, o total subiu R$ 233,2 mil acima da inflação.
Declarou 9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2024.
- Gilmar - BimR$ 239,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 26,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 104,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Gilmar - Bim declarou ao TSE R$ 1,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 889.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Vargem Bonita (MG) · PL · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2024.
Quanto custou cada voto: vereador, Vargem Bonita (MG), 2024
Mediana da disputa: R$ 10,5 por voto. Quem venceu, Rafael Grao Mogol, gastou R$ 1,15 por voto. O voto mais caro custou R$ 63,9; o mais barato, R$ 1,15.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 3 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Maurene Rosa PLR$ 319 · 5 votosR$ 63,9
- Talita Avila PSDR$ 220 · 6 votosR$ 36,6
- Abelzinho PSDR$ 1,2 mil · 86 votosR$ 13,8
- Leonardo PSDR$ 1,3 mil · 124 votosR$ 10,6
- Brenda Do Juvenil PSDR$ 525 · 50 votosR$ 10,5
- Marquinho Do Osmar PSDR$ 219 · 27 votosR$ 8,10
- Tuca PSDR$ 612 · 111 votosR$ 5,52
- Toninho Da Lica PSDR$ 656 · 146 votosR$ 4,49
- Rafael Grao Mogol PSDR$ 219 · 191 votosR$ 1,15
Votos por real
- 2016, vereador: 52 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.