Gileninho
Gileno Alves dos Santos · nasceu em 1980
Gileninho se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1. Em 2 delas, a candidatura não chegou à urna.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 3 partidos: DC (2008), PSD (2012), PP (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2020: 40 anos, ensino médio, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Gileninho declarou R$ 219,1 mil em bens, em reais de hoje: 17 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 131,4 mil, já descontada a inflação.
Declarou 17 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2012.
- GileninhoR$ 219,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 13,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 107,4 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Gileninho declarou ao TSE R$ 1,3 mil em receitas, em reais de hoje.
2008 · Vereador · Encruzilhada (BA) · DC · eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Encruzilhada (BA), 2008
Mediana da disputa: R$ 34,2 por voto. Quem venceu, Karine, gastou R$ 8,89 por voto. O voto mais caro custou R$ 157; o mais barato, R$ 8,89.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Tiao Do Cedro PC do BR$ 8 mil · 51 votosR$ 157
- Elias Gomes Dutra PC do BR$ 6,7 mil · 51 votosR$ 131
- Fernando Contador PHSR$ 7,9 mil · 101 votosR$ 77,9
- Merquinho PRPR$ 15 mil · 335 votosR$ 44,3
- Moura AVANTER$ 16 mil · 407 votosR$ 38,7
- Zeca PHSR$ 10 mil · 293 votosR$ 34,2
- Vera PPR$ 15 mil · 497 votosR$ 31,1
- Fernandao MDBR$ 7,5 mil · 354 votosR$ 21,2
- Dai PDTR$ 5 mil · 462 votosR$ 10,7
- Fernandinho PTBR$ 2,7 mil · 296 votosR$ 9,05
- Karine PTBR$ 4,8 mil · 545 votosR$ 8,89
Votos por real
- 2008, vereador: 348 votos por R$ 1.000, 3,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.